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FAIXA DAS 7

Estreante como autor de novelas, Mauro Wilson apresenta Quanto Mais Vida, Melhor!: “Comédia romântica”

O roteirista venceu dois Emmy pelos seriados Mulher Invisível e Doce Mãe

Publicado em 10/11/2021
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A nova novela das 19h, da Globo, Quanto Mais Vida, Melhor!, estreia no próximo dia 22 com o Rio de Janeiro como cenário principal, mais precisamente os bairros da Tijuca, Barra, Leblon. A época, por sua vez, já será o pós-pandemia.

Os personagens principais serão Neném (Vladimir Brichta), Paula (Giovanna Antonelli), Guilherme (Mateus Solano) e Flávia (Valentina Herszage). Os quatro, que não se conheciam até o dia em que o destino os coloca dentro do mesmo avião, têm as histórias narradas na novela escrita pelo estreante no gênero, Mauro Wilson.

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A novela é uma comédia romântica. Todos os personagens estão em busca do amor. A trama fala sobre a gente não ter certeza de nada, mas que, num piscar de olhos, tudo pode mudar. Esses quatro são os protagonistas, mas os outros personagens da novela também estão tentando se encontrar e procurando acertar o destino deles”, explica Mauro, que já atua como roteirista há anos, mas esta é sua primeira telenovela.

O escritor assinou, por exemplo, o especial de fim de ano Os Amadores (entre 2005 e 2007), além dos seriados Mulher Invisível e Doce Mãe, ambos da Globo, com os quais venceu o Emmy Internacional em 2011 e 2012 respectivamente.

Criatividade na linguagem

A história de Quanto Mais Vida, Melhor! decola quando os quatro protagonistas passam juntos pela insólita experiência de um acidente aéreo e descobrirem que estão no céu, eles ganham da própria Morte (A Maia) uma segunda chance.

E como só quem viveu a experiência de encará-la de frente e de forma inesperada sabe, eles retornam à terra loucos para viver o amor de suas vidas, ávidos para realizar sonhos, tentar fazer diferente, consertar o que parecia estar perdido. Sobretudo depois de a Morte advertir que, em um ano, um deles irá fazer sua passagem de forma definitiva.

Para narrar esse novelão de encontros e desencontros da forma mais leve e descontraída possível, Allan Fiterman, diretor artístico da obra, lançou mão de diversos recursos e usou a criatividade na linguagem. Semanalmente, os protagonistas vão estrelar clipes musicais em que interpretam a mesma música, cada um com seu problema e em seu respectivo universo

Por diversas vezes, vão aparecer em cena com a tela dividida, para evidenciar o que sentem de forma simultânea. E quando a Morte tiver que aparecer, não será para dar susto em ninguém. Ela virá encarnada na figura de uma mulher linda e sedutora, mas que, graças a recursos de computação gráfica, terá uma superproporção em relação aos pobres mortais.

“A aparição dela é uma inspiração no filme ‘Querida, encolhi as crianças’. E nessa novela vamos trabalhar num tripé: drama, comédia e romance. Tem comédia, mas tem muita humanidade, para trazer a emoção para o público. A ideia é, nesse momento, trazer leveza e refresco para os dias árduos”, defende Allan.

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