Deus Salve o Rei: Afonso decide lutar por Artena na guerra contra Montemor

Publicado há 3 anos
Por Renan Vieira
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Como pedido do rei Augusto (Marco Nanini), Afonso (Romulo Estrela) vai procurar Rodolfo (Johnny Massaro) para que ele recue com o exército de Montemor, em Deus Salve o Rei, na Globo. Porém, o irmão do protagonista não vai dar o braço a torcer, obrigando que uma decisão difícil seja tomada.

“Afonso… receio que não seja um bom momento para conversarmos. Não sei se você sabe, mas uma guerra está prestes a ter início”. “Talvez não, meu irmão. Trago-lhe uma oferta irrecusável do rei Augusto”. “Ah, então Augusto está recuperado?! Fico feliz em saber. Uma pena que, desta maneira, ele terá de assistir à sua própria derrota”.

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Veja também: Rodolfo decide atacar Artena depois de consultar oráculo, em Deus Salve o Rei

“Ninguém precisa ser derrotado”. “Claro que precisa! E será Artena!”, rebaterá Rodolfo. “Meu irmão, eu venho aqui para lhe dizer que Augusto restabelecerá o fornecimento de água a Montemor tão logo você retire seu exército de Artena”.

“Um acordo… para que tudo volte a ser como era antes?”. “Exatamente… como sempre foi: a água pelo minério”. “Lamento, Afonso, mas não irei recuar”. “Mas eu acabo de lhe oferecer de volta a água de que Montemor tanto necessita!”.

“E quem me garante que Augusto não vai morrer de novo? Isto é, não vai afinal morrer de uma vez por todas… daqui a alguns dias, ou semanas… e Catarina cortará a água novamente?”. “Rodolfo, você não precisa se preocupar com isso agora. Augusto está lhe dando sua palavra”.

“Eu precisarei me preocupar com isso a vida inteira, Afonso. O povo de Montemor necessita de uma solução definitiva para a escassez de água. Esta guerra nos trará, enfim, a nossa independência do jugo de Artena! Nós precisamos da água, e precisamos de forma incondicional. Portanto, não há outra alternativa”.

“Você está cometendo um erro gravíssimo. Tem nas suas mãos a oportunidade de evitar um terrível derramamento de sangue. E para isso basta que aceite a oferta de Augusto”. “Já lhe dei a minha resposta”.

“A sua decisão… não é mais a decisão de um monarca. É apenas o seu desejo… um desejo cego de poder, de conquista”. “Sei que para você é difícil de compreender, mas não fugirei do meu destino… pelo menos não como você fugiu do seu”.

“Se é assim, você não me deixa outra escolha. Vou juntar-me aos soldados de Augusto. Lutarei por Artena. E que Deus nos proteja”, concluirá Afonso.

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