Alejandro Claveaux será personal amigo de Estela que seduzirá Lídia em Amor de Mãe: “Personagem misterioso”

Publicado há um ano
Por Guilherme Rodrigues
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No capítulo 20 de Amor de Mãe, trama das 21h de Manuela Dias, Alejandro Claveaux surgirá como Tales, personal trainer que é amigo de Estela (Letícia Lima) e que seduzirá Lídia (Malu Galli) após negociar com a ex-amante de Raul (Murilo Benício).

Em entrevista ao Observatório da Televisão, o astro falou sobre o novo desafio profissional, da dubiedade do personagem e também algumas questões sobre a vida pessoal.

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O que significa para você a novela Amor de Mãe?

É uma novela especial, que as protagonistas são mulheres fortes. Acho que no momento é importante falar sobre isso, e sobre o amor incondicional, que é da mulher, de mãe. Muitas mulheres cuidam dos seus filhos sozinhas, guerreiras, e formam homens, mulheres e famílias incríveis. Acho que é um bom momento para a gente falar disso.

Você dedica essa novela para alguém?

Para a minha mãe. Acho que ela vai se emocionar muito.

O seu personagem é um personal trainer. Ele vai agitar a mulherada?

Vamos ver… Ele entra no capítulo 20. É Tales, um personal, é amigo da Estela e entra para se envolver com a Lídia.

Vai ter um caso com a Lídia ou vai se envolver com várias mulheres?

É um personagem muito misterioso, nem eu sei muito para onde vai. Ele entra na trama de maneira surpreendente, se envolve com a Lídia e meio que tem um combinado com a Estela. Tem muitas possibilidades, não sei para onde vai. Ele pode tudo, como todos os personagens das novelas. Eles possuem essa dualidade.

Como se preparou para a novela?

Tive a ajuda de um personal com quem eu treino junto e eu meio que me inspiro nele. Mas o personagem não fica muito só na profissão, ele possui outros viés. Quanto ao corpo, eu mantive um pouco o que já vinha fazendo.

E a rotina do personagem? Ele vai circular em quais núcleos?

No início ele está muito na trama do Murilo, Estela e Lídia. Ainda estamos bem no começo, mas não sei para onde vai.

Qual é a expectativa para você?

Não adianta falar que não possui expectativa. Por mais que eu só apareça no capítulo 20, já estou ansioso. É uma novela diferente, com cara de série, cinema. E a Manu, nossa autora, escreve de maneira muito realista e a direção também. É uma novela diferente, então tem uma expectativa de como isso vai acontecer no horário das 21h.

Ele é um cara interesseiro e não é mocinho.

Ele não é, mas pode ser. De cara não é, mas é tão bem escrito que ele tem uma defesa nas armações e comportamento. Depende muito de como a direção e de como eu faço. Acho muito difícil, mas pode ser. Ele tem um lado humano.

Como é o envolvimento com a Lídia? Ele se apaixona por ela?

No início é um combinado, é interesse. Mas… Vou acabar dando spoilers [risos]. Ele entra no jogo por interesse, para ajudar a amiga e pelo dinheiro. Com a Stela ele teve um romance no passado, mas agora são amigos. Eles possuem algo no passado que é alguma coisa misteriosa e que ainda não sei.

O que você acha?

Torço para que ele tenha um envolvimento real. Não adianta fazer de uma maneira que ele seja de uma camada só, personagem que de cara é um canalha. Acho que é mais interessante quando a gente abre as possibilidades.

O que mais te agrada nesse personagem?

A vitalidade que ele tem, a vontade de ser feliz, de curtir a vida, de aproveitar as possibilidades. É uma energia de se trabalhar no set muito gostosa. Já fiz alguns vilões, personagens que sofrem muito, já fiz comédia, e esse é uma mistura de tudo. Personagem alegre, pra frente, e tem também um lado ingênuo.

Como você é na vida real? Mais fofo, na pegada da vitalidade…?

Sou uma mistura de tudo e aproveito os meus personagens para viver as fases de cada um. Teve personagens tensos e pesados e eu fiquei um pouco chato. Tiro proveito disso, é um pouco a graça da profissão.

Como é a sua rotina?

É básica. Malho uma vez por dia, menos domingo. Como bem, evito coisas como carboidratos. Tô conseguindo diminuir. Acho que a gente tem que se preocupar com o lance da alimentação, agrotóxico. É mais que uma questão de estética.

Quando ‘virou a chave’ e você passou a pensar dessa forma?

Acho que essa coisa da polarização do governo me deu muita força. A partir do momento que passaram a mostrar quem são, eu percebi que também tenho que me empoderar e assumir o meu lado, que é do amor, da natureza, fazer o que eu puder para me alimentar bem, viver com saúde.

Seu personagem vai ficar muito sem camisa, mostrará o corpo? Como você lida com essa exposição?

Muito, tá difícil [risos]. Eu adoro a resposta do público. Eu não faço muitos galãs, faço uns personagens esquisitos. Eu vou curtir com um galã agora.

Cada personagem que você faz tem um retorno diferente?

Um retorno muito diferente. Uma vez eu estava andando no shopping, uma criança de três anos, acho que eu fazia Malhação na época, olhou pra mim e gritou. Acho que ela via na televisão, não entendia, mas sabia que era uma coisa ruim. Me senti péssimo, ‘é essa energia que provoco no público? Não quero mais’.

Qual é a história da sua família?

Minha família é uruguaia, mas eu nasci em Goiânia. Meu avô é francês, minha bisavó italiana. Meu avô era médico, ele foi para o Uruguai para montar um hospital e ficaram lá. Meu pai veio morar no Brasil depois.

O que você faz gostoso?

Um mousse de chocolate. 70% se açúcar. Receita da minha avó uruguaia, fica bem gostoso.

Tem ido muito à Goiânia?

Tenho ido bastante. Eu quero voltar para uma oficina e também apresentar algumas coisas. Tenho voltado sempre, esse ano fui umas seis vezes e vou voltar para o Natal.

*Entrevista feita pelo jornalista André Romano

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