Série Máximo & Confúcio pode ser vista como a “substituta” da Grande Família

Publicado há 4 anos
Por Endrigo Annyston
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Novidade da TV Cultura neste ano, a série Máximo & Confúcio, cheia de qualidades, pode ser vista como uma “substituta” de A Grande Família, sucesso da Globo que em sua segunda versão durou 14 temporadas.

Tendo um chefe de família em crise e um filho que não quer trabalhar entre os destaques, é quase impossível não estabelecer uma comparação entre as atrações – falamos aqui de Máximo e Confúcio e Lineu e Tuco. Além disso, por conta dos conflitos familiares.

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Bem realizada, com elenco conhecido, boas tiradas e divertida, Máximo & Confúcio marca uma nova aposta do canal público em dramaturgia adulta, já que nos últimos tempos tem focado seus olhares para a produção infanto-juvenil, como aconteceu recentemente com a excelente Que Monstro Te Mordeu?.

Inclusive, Máximo & Confúcio é uma ótima oportunidade de rever Patrícia Gaspar na TV. Não está ligando o nome a pessoa? Patrícia fez história na Cultura como a inesquecível Caipora do Castelo Rá-tim-bum e agora ressurge como a perua Biloca Jacarandá.

Outro nome que remete ao passado é o de Ricardo Corte Real. Nos anos 1990, ele comandou o divertido Supermarket na Band e na Record. Agora, vive um dos protagonistas do seriado, Máximo.

Também são conhecidos do público Robson Nunes, até hoje lembrado por sua participação em Malhação, e Norival Rizzo, que atuou em diversos infantis da TV Cultura.

Em 13 episódios, Máximo & Confúcio vai ao ar às terças-feiras, 23h30.

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*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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