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Sobreviventes

No Limite 2022: Conheça os participantes anônimos da nova edição

Programa terá início no dia 3 de maio, sob o comando de Fernando Fernandes

Publicado em 27/04/2022
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Após o fiasco da edição de 2021, o reality de sobrevivência No Limite trouxe novamente participantes anônimos e um apresentador mais carismático: o ex-BBB e atleta Fernando Fernandes. Nesta terça-feira (26), antes da Grande Final do BBB 22, os sobreviventes, que lutarão por 500 mil reais, foram revelados.

Matheus Pires

O carioca Matheus tem 30 anos e não se acanha em falar que faz uso de procedimentos estéticos para manter a beleza em dia. O diretor pedagógico mora com o marido e avisa que não gosta de receber ordens: “Eu sou gestor desde os meus 20 anos. Estou acostumado a mandar, muito mais do que ser mandado”.

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Shirley Gonçalves

A professora de educação física tem 51 anos, casada há 30 e se orgulha de sua família. Ela revelou que é descendente de cangaceiros e não tem medo de encarar de frente os desafios do jogo: “Sou sangue quente e sou muito competitiva. Minha mãe é da Paraíba. Minha tia riscava faca no chão”.

Bruna Negreska

Personal Trainer e musa da Tom Maior é professora de educação física e tem 32 anos. Paulista, ela diz que muito competitiva e está pronta para vencer: “Eu gosto de ganhar até no par ou ímpar. Sou muito brava e determinada. Quem fizer corpo mole vai ter problema comigo”.

Kamyla Romaniuk

De Rondônia, a sobrevivente tem 30 anos e diz que não vai tolerar grosseria, mas que também não vai tirá-la do foco. Determinada, ela acredita que é muito estratégica e competitiva: “Cresci em uma família em que todos têm a personalidade muito forte”.

Adriano Gannam

Mineiro, foi o quinto anunciado na noite de terça-feira (26), é psiquiatra e tem sua coragem como principal aliada no jogo: “Eu sou uma pessoa que não tem medo de nada. O medo é que tem que ter medo de mim”.

Guza Rezê

Guza é mulher de fibra! Baiana de Salvador, tem 40 anos e passou por uma grande transformação física antes de se tornar atleta e agente da Polícia Rodoviária Federal. Por isso, ela aprendeu a liderar e promete mostrar esse seu lado no No Limite: “Liderança é incentivar os outros a melhorar. Porém, cobrando desempenho”.

Clécio Barbosa

O engenheiro civil Clécio Barbosa tem 44 anos e é natural de Pernambuco. Para ele, sua profissão inclui coragem, uma característica importante para vencer o reality e, além disso, é um líder nato: “Tudo que eu quero, eu posso. Tudo que eu posso, eu quero. Eu tenho uma liderança nata. Eu tento puxar, tento levar”.

Flávia Assis

Aos 42 anos, a massoterapeuta paulista Flávia Assis já foi jogadora de vôlei e, em seu time, jogava na posição de capitã, algo que vai levar para o No Limite, visando garantir o prêmio e o bem-estar da sua equipe: “Me deram esse papel de capitã e eu tinha que mediar algumas situações conflitantes”.

Andréa Nascimento

Administradora e também atleta -jogadora de basquete-, Andréa Nascimento acredita que a pratica de esportes a ajudará na competição: “Vou levar os aprendizados que adquiri, essa questão da raça, de sangue nos olhos. Estou com fome e sede de jogo”.

Roberta Terra

38 anos, esportista desde os seis meses de idade, Roberta também é gerente de trade marketing e define-se como uma pessoa sincera: “Pratico esportes desde os seis meses de idade, quando comecei a nadar. Nunca mais parei. Meu objetivo é estar sempre em primeiro lugar. Se tiver que falar, fala na cara, pra gente trabalhar junto”.

Victor Hugo de Castro

O produtor cultural de Goiânia, Victor Hugo de Castro, garante que tem força para vencer as provas e pode ser que tenha que mentir para conseguir chegar até onde ele quer. E não se envergonha disso: “Pra ganhar o programa, faço o que for necessário. Se eu tiver que mentir ou trair uma aliança, vou fazer. Acho que vou arrasar”.

Verônica Kreitchmann

Aos 28 anos a gaúcha Verônica trabalha como corretora de imóveis, preparadora física e professora de futebol, função da qual assume não dar mole: “Sou de incentivar e sou carrasca”. Mas, enquanto cobra muito dos outros, ela odeia cobranças, além de mentiras e preguiça: “Eu odeio perder. Quando eu perco, fico muito braba”.

Rodrigo Moraes

O Paranaense Rodrigo Moraes tem 45 anos, mas mora no Rio de Janeiro. Durante a vida foi sedentário, porém mudou após o nascimento dos filhos e pratica corrida: “Eu não tive uma vida muito saudável, mas depois do nascimento dos meus dois filhos resolvi mudar. Eu me vejo estrategista. Acredito estar preparado para esse desafio”.

Lucas Santana

Aos 31 anos, Lucas Santana é doutorando em física, mas a vida acadêmica não o impede de pensar friamente em estratégias e jogadas arriscadas: “Eu venho do mundo acadêmico, que é um ambiente bastante competitivo”.

Leonardo Correa

O cirurgião dentista Leonardo Correa é de Tubarão (SC) e tem 34 anos: “Minha profissão me proporcionou o perfeccionismo. Eu não aceito errar. Gosto muito de jogos de lógica e estratégia”. Ele garante que veio para jogar e encarar novos desafios.

Ipojucan Ícaro

Nascido no Rio de Janeiro, Ipojucan vive no interior de Minas Gerais, na cidade de Pequeri. Aos 29 anos, trabalha como artista circense e se define como uma pessoa ponderada, porém, avisa: “Sou ariano, quente. Chuto o balde muitas vezes, mas aprendi ao longo da vida que temos que resolver as coisas com diálogo”.

Tiemi Hiratsuka

A farmacêutica Tiemi tem 30 anos e vive em Cotia, interior de São Paulo. Ela é paciente, mas acredita que sua cara de boazinha pode atrapalhar em seu jogo e comenta sobre um de seus pontos fortes: “Me considero uma grande mediadora de conflitos. Sou a irmã do meio”.

Charles Gama

Doutorando em Políticas Públicas, Charles Gama tem 29 anos e é tutor de educação e tem em sua força física e foco como seus pontos fortes: “Comecei a trabalhar cedo pra ajudar meus pais em casa, e sempre estudando. Acredito muito na minha força física e na minha força intelectual”.

Patrícia Tomé

De Nova Friburgo, Patrícia Tomé, tem 45 anos e é funcionária pública: “Sempre fui uma mulher independente e que se sente muito bem em estar solteira”, porém não deixa de assumir que tem um ponto fraco: “O que pode me abalar é a questão da comida”.

Vanderlei Ramiro

Aos 30 anos, Vanderlei é professor de inglês e é formado em psicologia,, além de praticar esportes regularmente. Apesar da força mental, revela que tem uma fraqueza que vai ter que lutar contra a saudade: Eu pratico esporte desde que me entendo por gente. Ficar longe do meu filho vai ser bem difícil”.

Dayane Sena

Carioca da Baixada Fluminense Dayane Sena é mãe, tem 26 anos e é professora. Apesar de ter que lidar com muitas pessoas, assume que não tem paciência e é bem competitiva: “Vou surpreender bastante porque eu sou uma pessoa destemida.Ser mãe solo sempre foi um desafio muito grande”.

Pedro Castro

Paranaense de Londrina, Pedro Castro é zootecnista e acredita que seu tempo como escoteiro (dos 12 aos 22 anos) será essencial para a sobrevivência no jogo, já que aprendeu técnicas de sobrevivência, habilidades e estratégias.

Ninha Santiago

Pernambucana de Ipojuca, Ninha Santiago é fotógrafa subaquática e tem 33 anos. Por ter 8 irmãos, ela acredita que a convivência pode ser fácil, mas que é bastante competitiva: “Sei fazer amigos muito fácil, mas também me arreto facinho”.

Janaron Uhãy

Janaron Uhãy é indígena, tem 27 anos, é de Santa Cruz Cabrália, na Bahia. Trabalha como monitor pesqueiro e tatuador. “Eu não perco esse contato com a terra, a natureza. Eu estou com os pés no chão. Na minha vida, não tem nada que me abale”.

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