Marcos Pasquim, o Pescador Parrudo, toma vacina com camisa e decepciona fãs

Seguidores pedem que galã de Kubanacan vá descamisado receber segunda dose

Publicado em 16/6/2021
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Ser vacinado contra o coronavírus é um direito do qual a maioria dos brasileiros ainda não pode usufruir. Enquanto apenas 27% da população tomou a primeira dose do imunizante, o país se aproxima da terrível marca de 500 mil mortos pela Covid-19. Por isso, cada foto publicada nas redes sociais de pessoas recebendo a esperada injeção rende sorrisos e felicitações pela conquista. Não foi o que aconteceu com Marcos Pasquim.

O galã de 52 anos respeitou o calendário da Prefeitura do Rio de Janeiro e compareceu a um posto de vacinação para receber a primeira dose da vacina contra o coronavírus na tarde da última quinta-feira (15). Em suas redes sociais, o ator agradeceu aos profissionais de saúde e fez campanha a favor da imunização.

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Além das mensagens de parabéns e alívio, fãs não esconderam a decepção ao ver a foto do eterno Pescador Parrudo de Kubanacan sendo vacinado. Como assim um momento tão sublime e representativo pode ser tão frustrante? A coluna explica. Os admiradores de Pasquim estão longe de serem “negacionistas” nem reclamaram que o ator tomou vacina A e não a B (como se uma fosse melhor do que a outra, não caiam nessa). O problema, para esta parcela significativa da população, está na camiseta.

Pasquim escolheu uma bela camiseta estampada com uma imagem de Mickey Mouse imitando Michael Jackson para ser fotografado recebendo o imunizante. O que chamou a atenção do público, entretanto, não foi o desenho, mas o fato de o ator estar vestindo camiseta em um dos momentos mais importantes de sua vida.

“A tristeza ele não ter tomado a vacina sem camisa”, lamentou um seguidor no Twitter. “Como assim o Pescador Parrudo tomou vacina sem camisa? Essa foto é o meme negativo de Kubanacan”, disse outro fã, brincando com o viral das fotos com cores invertidas. Outra admiradora apostou no “negacionismo reverso”: “Sem camisa não funciona, tira para a gente ver o efeito da vacina”.

Marcos Pasquim se eternizou nas novelas por dispensar o uso de camisas para atuar e exibir seu famosíssimo peitoral. O auge desta tradição foi em Kubanacan (2003), trama em que economizou figurino mesmo interpretando três personagens: Esteban Maroto (o Pescador Parrudo), Dark Esteban (versão sombria do protagonista após perder a memória) e Adriano Rivera (irmão gêmeo do protagonista, que no fim descobre ser o historiador Leon).

Esta coluna ressalta que, mais importante que o figurino (ou a falta dele), é a segunda dose da vacina contra o coronavírus. Se chegou a sua vez, vacine-se! Caso Marcos Pasquim atenda aos pedidos dos fãs e se “descamise” na próxima injeção, que os homens abaixo lhe sirvam de exemplo:

Volodymyr Zelensky, presidente da Ucrânia
Olivier Véran, ministro da Saúde da França
Kyriakos Mitsotakis, primeiro-ministro da Grécia
Luiz Estevão, ex-senador
Carlos França, ministro das Relações Exteriores, e Roberto Campos Neto, presidente do Banco Central
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