Mais do que você gosta.
Assine o Star+
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
Jornalismo

Segunda temporada do Mistura Paulista estreia neste sábado com Mooca e Jabaquara em foco

Denise Thomaz Bastos e Luiza Vaz retomam projeto, que vai ao ar apenas em São Paulo

Publicado em 19/05/2022
Publicidade
Não foi possível carregar anúncio

Depois de uma primeira temporada com quatro episódios, exibida no final de 2021, o jornalístico Mistura Paulista volta ao ar na TV Globo neste sábado (21), logo após o Jornal Hoje para mais uma leva, desta vez com seis episódios.

Denise Thomaz Bastos e Luiza Vaz seguem na apresentação do programa, exibido apenas para São Paulo, que mantém também o mote “Tem muita São Paulo pra São Paulo conhecer” e traz novas características e peculiaridades de vários bairros tradicionais da capital paulista.

Continua depois da publicidade
Não foi possível carregar anúncio

“Assim como na primeira  temporada, o público pode esperar lugares inusitados e histórias das pessoas que moram naquele local”, conta Denise, ao lado de Luiza, que faz coro: “Surpresas, histórias inspiradoras, gente que faz acontecer e ama a cidade, descobertas numa tarde de sábado leve e divertida com a gente pelas ruas da capital. Já pensou em pescar sem sair de São Paulo? Ou aprender um esporte novo, que é popular no Japão, mas ganhou espaço de verdade aqui em São Paulo? A vontade das pessoas em fazer coisas bacanas, em oferecer o melhor para o bairro em que vivem, para a cidade. É um privilégio poder contar para mais gente”.

Mooca e Jabaquara são os bairros mostrados no primeiro episódio da nova temporada. Denise ganha uma aula de Ângelo Eduardo Agarelli, um autêntico mooquense e criador do Portal da Mooca.

“Temos hino próprio, bandeira própria (…) Mooca é Mooca, o resto é bairro. A Mooca não é um bairro, é principado. Aqui é considerado um principado ou a República da Mooca”, valoriza Ângelo que, antes mesmo de ter uma certidão de nascimento, ganhou a carteirinha de sócio do Juventus, clube fundado no local.

Denise prova o canolli, doce originário da Sicília, na Itália, cujos imigrantes povoaram o bairro e criaram uma verdadeira rota da iguaria por lá. “Se você for na Mooca e não comer um canolli, é uma ofensa grave”, avisa Angelo, sobre o doce que, originalmente, era recheado com queijo e depois ganhou recheios dos mais variados sabores.

Ainda na Mooca, Denise conhece o Casarão do Vinil, com um acervo de mais de 600 mil discos, onde o dono, Jorge Diniz Dias, engenheiro de implosão, também guarda como relíquia o detonador que colocou fim ao Complexo Prisional do Carandiru.

Já Luiza Vaz vai explorar o Jabaquara, onde conhece a primeira academia de escalada do Brasil. No local, praticantes experientes e iniciantes se deparam com paredes gigantes adaptadas para a prática do esporte.

Por lá, quando a fome bate, Luiza conhece a rotisserie que é o point das famílias do Jabaquara aos fins de semana, na hora do almoço. No local, os irmãos Luis e Eduardo chegam a vender por semana mais de uma tonelada de tulipinhas, que nada mais são que asas de frango. A jornalista descobriu que a razão do sucesso delas está no tempero oriental que elas recebem, feito à base de shoyu, gengibre e sal.

De volta à Mooca, Denise comprova que nem só de imigrantes italianos vive o bairro ao conhecer a Sociedade dos Amigos da Dalmácia (SADA). A região recebeu imigrantes de todo o Leste Europeu, e o ponto de encontro da comunidade croata na Mooca é nesse clube, que promove eventos abertos ao público com comida típica, além de sediar o Dalmácia Futmesa, o torneio de futebol de botão.

A tradição de caldeirão de povos e diferentes saberes da capital paulista é ratificada na visita que Luiza faz ao Centro de Culturas Negras do bairro, que abriga o Sítio da Ressaca, lugar para onde os negros escravizados que fugiam dos donos e iam passar a noite, para depois descer rumo ao litoral.

No espaço, ocorrem atividades de vários tipos, todas de graça. Atualmente são oficinas de samba-rock, capoeira, maracatu, dança Afro, entre outros. Por lá, Luiza aceitou o desafio de fazer com o professor Nando Sagatiba uma das aulas gratuitas, oferecidas às sextas-feiras, antes do baile de samba-rock que acontece no local.

“Logo que a primeira temporada foi ao ar a gente percebeu que a cidade tem vontade de se ver na beleza, nas surpresas, que tem vontade de conhecer cantinhos ainda não conhecidos. A galera curtiu. E é muito legal trazer algo que ofereça leveza e alegria para as pessoas”, celebra ela, que, junto de Denise, convida: “Vem se se misturar com a gente!”.

Publicidade
Não foi possível carregar anúncio

Deixe o seu comentário

Em Alta

Carregando...

Erro ao carregar conteúdo.

Publicidade
Não foi possível carregar anúncio
Publicidade
Posting....