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Papinha de saída

Rogério Gomes conclui primeira fase de Pantanal e deixa a TV Globo em seguida

Primeiro trabalho como diretor-geral foi Vira-lata, em 1996

Publicado em 18/03/2022
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Após 42 anos na TV Globo, onde atuou de operador de TV a diretor artístico, Rogério Gomes se despede dos Estúdios em maio. Responsável pela implantação e desenvolvimento artístico de Pantanal, Rogério deixa a primeira fase toda gravada e passa o bastão para Gustavo Fernandez, que segue no comando das gravações da novela.

Em comum acordo, a decisão foi discutida ao longo dos últimos meses, conforme informa e emissora, e partiu de um desejo do diretor de investir em projetos pessoais e tirar um período sabático.

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“Papinha deixa sua marca na história da dramaturgia. Ao meu grande companheiro em inúmeras batalhas e muitas vitórias, desejo o melhor nesta nova etapa da sua vida. E Pantanal continua em boas mãos. Gustavo Fernandez é um dos nossos mais talentosos diretores artísticos e já está trabalhando na novela ao lado de todo o time de direção da obra”, conta Ricardo Waddington, diretor de Entretenimento da Globo.

Filho de locutor famoso, Rogério Gomes começou como operador de VT e editor

Dercy Gonçalves e Hilton Gomes num dos programas comandados por ela na TV Globo (Divulgação/Memória Globo)

Conhecido carinhosamente como Papinha, Rogério Gomes foi criado nos corredores da televisão, acompanhando o pai, o locutor Hilton Gomes, nos estúdios da TV Tupi. Iniciou a carreira como operador de VT da primeira versão do Sítio do Picapau Amarelo, na Globo, e depois passou a editor de imagens.

Antes de começar a trabalhar com dramaturgia, Rogério editou e dirigiu diversos clipes exibidos no Fantástico, algumas edições do Hollywood Rock e também o primeiro Rock in Rio. A primeira novela que assinou como editor foi O Sexo dos Anjos (1989), de Ivani Ribeiro.

Rogério Gomes passou a diretor-geral de novelas nos anos 1990

Depois dela, editou ainda Rainha da Sucata (1990), de Silvio de Abreu, entre outras obras. O passo seguinte foi dirigir a minissérie O Sorriso do Lagarto, adaptada do romance de João Ubaldo Ribeiro, e, logo depois, a novela Deus nos Acuda, de Silvio de Abreu. Vira-lata (1996), de Carlos Lombardi, exibida em 1996, foi a primeira novela que assinou como diretor-geral, ao lado de Jorge Fernando.

De lá para cá, dirigiu diversas outras produções. Seus últimos trabalhos na Globo foram Império, de Aguinaldo Silva, que ganhou o prêmio Emmy Internacional como melhor novela; Além do Tempo, de Elizabeth Jhin; A Força do Querer, ao lado da autora Glória Perez; e O Sétimo Guardião, escrita por Aguinaldo Silva.

“Só tenho gratidão por tudo que vivi na Globo. Foi onde tive os meus melhores mestres, onde fiz os meus melhores amigos e realizei meus melhores trabalhos. Minha decisão é de vida: cheguei na Globo com 18 anos e saio aos 60. Foram 42 anos de muitas conquistas. Entrei carregando fita e saio com o nosso Emmy! É um ciclo que se fecha para que novos caminhos se abram. Só tenho amor e gratidão!”, declara o diretor Rogério Gomes.

“Papinha construiu um legado de grandes obras e também uma história de amizade, admiração e parceria nos Estúdios Globo, cujas portas continuam abertas para futuros trabalhos em todas as plataformas Globo”, informa a emissora em nota à imprensa divulgada na tarde desta sexta-feira (18).

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