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Promotor do julgamento de Marcos: Veja o que houve com o ator de O Rei do Gado

Tácito Rocha interpretou advogado de acusação no caso da morte de Ralf

Publicado em 26/05/2023

A novela O Rei do Gado está na reta final de Vale a Pena Ver de Novo na Globo e o promotor do julgamento de Marcos (Fábio Assunção) é um dos personagens de destaque.

O personagem atua ativamente no tribunal para tentar incriminar o filho de Bruno Mezenga pela morte de Ralf (Oscar Magrini).

O ator que interpreta o promotor é Tácito Rocha, ator, diretor e escritor paulista. Nas telinhas atuou em várias novelas de sucesso como O Salvador da Pátria (1989), Barriga de Aluguel (1990), Sangue do Meu Sangue (1996), O Rei do Gado (1996), Essas Mulheres (2005).

Infelizmente, Tácito Rocha faleceu em 2011, aos 69 anos de idade.

Tácito Rocha
Tácito Rocha

Condenação de Marcos: vilipêndio a cadáver

Marcos acaba sendo condenado, porém, não vai para a cadeia. No julgamento, a determinação do crime cometido por ele é ‘vilipêndio a cadáver’, uma pena leve, de apenas um ano de detenção e que pode ser cumprida em liberdade.

O crime pelo qual Marcos é condenado é de proporção bem menor a de um homicídio. Ele quer dizer que o rapaz somente mexeu em um corpo, ou seja, alguém já morto, com o intuito de depredar ou achincalhar.

Importante dizer que à época da exibição original de O Rei do Gado, muitos advogados e juristas foram a público para criticar a decisão do juiz na novela. Afinal, Marcos provocou a morte de alguém, mas mesmo assim não foi condenado por homicídio. O fato causou um escândalo.

Veja o que diz a legislação brasileira:

O vilipêndio de cadáveres é considerado crime contra o respeito aos mortos, previsto no artigo 212 do Código Penal Brasileiro. A pena prevista é de um a três anos de detenção e multa.

Cadáver é o corpo humano sem vida ou partes dele. Cinzas são os resíduos de cremação ou combustão a que o cadáver foi submetido, assim como o resultado do decurso do tempo. 

Esqueletos e cadáveres usados em estudos e pesquisas científicas também são protegidos pela lei penal e não podem ser vilipendiados. 

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