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Crítica

Tadeu Schmidt não decepciona e manda bem no BBB 22

O apresentador transita bem entre o assunto sério e o besteirol

Publicado em 24/01/2022
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Uma semana após a estreia do BBB 22, já é possível afirmar que Tadeu Schmidt foi uma boa escolha para assumir a apresentação do reality show. O jornalista mostrou simpatia, carisma, traquejo e jogo de cintura para lidar com as imprevisibilidades do jogo.

Assim como Tiago Leifert, Tadeu construiu uma carreira que o levou a assumir a atual função já preparado para isso. Leifert, vale lembrar, ajudou a desengessar os programas esportivos da Globo, numa performance que o levou ao entretenimento, quando assumiu o The Voice Brasil. Pois Tadeu também veio da escola do esporte, que permite um jornalismo mais solto, e passou bons anos no Fantástico se preparando para o atual posto.

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Por trazer assuntos sérios, amenidades e besteiróis num mesmo balaio, o Fantástico acabou servindo como escola a Tadeu Schmidt. Seus anos à frente do dominical lhe deram uma extrema facilidade em transitar pelo jornalismo investigativo e de celebridades, passando por curiosidades científicas e diálogos com cavalinhos fantoches. Esta habilidade de “virar a chavinha” sempre que o assunto exige sem perder de vista a credibilidade está sendo vista agora, no BBB.

Tadeu é muito simpático diante das câmeras. Ao espectador, fala com a cumplicidade de um velho amigo. Em contato com a casa, ele consegue ser didático sem ser pedante. E, quando o assunto é sério, ele toma as rédeas da situação. A maneira direta, simples e eficiente com que tratou dos ataques de transfobia sofridos por Linn da Quebrada deixou isso claro.

Sim, em alguns momentos, sobretudo nos primeiros episódios, Tadeu deixou os participantes à vontade demais, o que causou ruídos quando todos começaram a falar ao mesmo tempo. Mas nada que a prática não consiga resolver.

Aliás, sobre isso, Tadeu Schmidt parece ter uma vantagem diante de seus antecessores, Pedro Bial e Tiago Leifert: o bom humor. Sempre que contrariados, Bial e Leifert não escondiam o mau humor, distribuindo patadas que, muitas vezes, passavam do limite e soavam grosseiras. Já Tadeu tem um perfil que parece mais difícil de perder as estribeiras.

Claro, haverá momentos em que ele terá que mostrar firmeza. Mas isso não tem nada a ver com falta de educação. Boa praça, Tadeu Schmidt tem condições de tomar as rédeas do jogo sem perder a ternura. Está no caminho.

*As informações e opiniões expressas nessa crítica são de total responsabilidade de seu autor e podem ou não refletir a opinião deste veículo.

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