“Um trabalho em que eu me diverti do início ao fim”, revela Deborah Secco sobre sua participação em Salve-se Quem Puder

Atriz faz um balanço de sua personagem na trama de Daniel Ortiz que chega ao fim na próxima sexta-feira, 16 de julho

Publicado em 15/7/2021
Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

No ar em Salve-se Quem Puder, que entra em sua reta final, Deborah Secco faz uma balanço de Alexia Máximo, uma das protagonistas do folhetim global.

A Alexia era uma mulher insegura com ela mesma, muito exagerada, dramática e com toda a vivência que ela tece de presenciar um assassinato, de entrar para um Programa de Proteção a Testemunha, depois começar a investigar por conta própria os bandidos… acho que a Alexia amadureceu muito. Aliado a isso, o fato de ela ter encontrado um amor de verdade eu fez com que ela entendesse a vida de uma outra forma. Ela muda muito ao longo da trajetória da história”, relata.

Continua depois da publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Questionada sobre dividir a cena com sua herdeira, Maria Flor, Deborah não esconde a emoção. “Eu vou falar da cena que, pra mim, será inesquecível, por toda a minha vida, que foi a cena que eu fiz com a minha filha, Maria Flor. Essa, sem dúvida, foi o momento mais marcante, inesquecível e que vai me acompanhar para todo o sempre. E tenho certeza que vai acompanhar também a vidinha dela também”, pondera. A seguir, confira um bate-papo com a vocacionada atriz.

AR: O que você sentiu quando foi convocada para voltar a gravar Salve-se Quem Puder? E como foi voltar ao trabalho depois de tantos meses? 

DS: Eu senti uma alegria muito grande de poder voltar para um trabalho sendo tão gostoso e prazeroso de fazer e que foi interrompido de forma brusca e um pouco de medo também de não dar conta de fazer, de ter esquecido um pouco como era. Tive um pouco desse medo. Mas foi muito emocionante poder voltar a gravar, rever as pessoas seguindo todo o protocolo de segurança. Foi um processo bem mais trabalhoso e cansativo.

AR: Você encontrou algum tipo de dificuldade para voltar a interpretar a Alexia/Josimara? Como fez para manter a personagem durante o isolamento?

DS: Não fiz muita coisa, mas para minha surpresa a Alexia estava em mim, sabe? Quando eu voltei a gravar, pisei no estúdio de volta pela primeira vez, parecia que não tínhamos parado.

Kyra ( Vitória Strada ), Luna ( Juliana Paiva ) e Alexia (Deborah Secco) de Salve-se Quem Puder (Divulgação)

AR: Como foi contracenar com a distância necessária e/ou utilizando com algum equipamento para manter o elenco separado? Sentiu alguma estranheza e/ou dificuldade?

DS: Foi muito desafiador e estranho no início, mas a gente foi se acostumando, se aperfeiçoando e ouso dizer que no final a gente estava craque na função de contracenar usando acrílico e todos os apetrechos que foram necessários.

AR: Foi a primeira vez que você ‘beijou’ e interpretou um beijo virtual?

DS: Foi a primeira vez que eu dei um beijo sem encostar.

AR: Você ficou confinada para poder participar de cenas com maior contato físico. Se sim, como foi a experiência?

DS: Tive a experiência de ficar confinada em hotel em determinado período das gravações. Também tive os momentos de confinamento em casa mesmo, então deu para conciliar. Mesmo assim é desafiador não poder sair de casa para nada.

Alexia/Josimara (Deborah Secco), Luna/Fiona (Juliana Paiva) e Kyra/Cleyde (Vitória Strada) de Salve-se Quem Puder (Divulgação/Globo)

AR: Como você descreveria a trajetória da Alexia/Josimara na história?

DS: A Alexia era uma mulher insegura com ela mesma, muito exagerada, dramática e com toda a vivência que ela tece de presenciar um assassinato, de entrar para um Programa de Proteção a Testemunha, depois começar a investigar por conta própria os bandidos… acho que a Alexia amadureceu muito. Aliado a isso, o fato de ela ter encontrado um amor de verdade eu fez com que ela entendesse a vida de uma outra forma. Ela muda muito ao longo da trajetória da história.

AR: O que mais aprendeu com a personagem?

DS: Eu poderia citar vários aprendizados porque foram cenas muito marcantes. Mas a minha preferida, de toda a novela, é a cena da Fontana de Trevia com o Zezinho (João Baldasserini). As cenas do furacão foram muito marcantes e desafiadoras.

AR: Se pudesse apontar uma cena mais marcante, qual seria?

DS: Mas eu vou falar da cena que, pra mim, será inesquecível, por toda a minha vida, que foi a cena que eu fiz com a minha filha, Maria Flor. Essa, sem dúvida, foi o momento mais marcante, inesquecível e que vai me acompanhar para todo o sempre. E tenho certeza que vai acompanhar também a vidinha dela também.

Alexia/Josimara (Deborah Secco) em cena com Maria Flor, que faz uma participação na novela (Divulgação)

AR: Qual o balanço que você faz deste trabalho?

DS: Conheci pessoas que quero levar para a minha vida. Sou muito fã do Daniel Ortiz, do Fred (Mayrink), que eram pessoas que eu nunca havia trabalhado antes e que viraram grandes amigos e parceiros de vida. Além das meninas, Juliana e Vitória (que viraram quase minhas filhas) porque quase tem idades para serem minhas filhas e com as quais aprendi muito também. Um olhar novo e esperançoso sobre a vida. Um trabalho em que eu me diverti do início ao fim. Adoro fazer comédia.

Alexia (Deborah Secco) e Zezinho (João Baldasserini) de Salve-se Quem Puder (Divulgação)

AR: O que o público pode esperar da segunda temporada de ‘Salve-se’?

DS: Sem dúvida, muitas aventuras e risadas. Acho que o público ‘comprou’ a novela desde o início de uma forma tão bacana então esse público que já era fã da novela desde o início pode esperar um final surpreendente pra novela que eles tanto gostam.

Publicidade

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Em Alta

Carregando...

Erro ao carregar conteúdo.

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio

Carregando...

Não foi possível carregar anúncio