Oposto de sua personagem em Bom Sucesso, Grazi Massafera revela pouco incentivo a leitura por parte de sua mãe: “Significava não ter o que fazer”

Publicado há um ano
Por Cadu Safner
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A Globo está prestes a estrear sua próxima novela das sete, Bom Sucesso, agendada para o dia 29 de julho. Escrita por Rosane Svartman e Paulo Halm, a trama terá como protagonista a atriz Grazi Massafera interpretando Paloma, uma mulher sonhadora, determinada e com uma fé inabalável. Apaixonada por livros, ela é mãe de três filhos, que batizou com nomes de grandes personagens da literatura: Alice (Bruno Inocêncio), Gabriela (Giovanna Coimbra) e Peter (João Bravo).

Durante a coletiva de imprensa de Bom Sucesso promovida pela Globo na noite desta segunda-feira (15) a atriz foi questionada por jornalistas se assim como Paloma, ela também tem intimidade com os livros. Massafera revelou já ter sido rechaçada pela própria mãe, que não enxergava naquela atividade, algo que pudesse resultar em futuro de glórias profissionais à ela.

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Não [tive intimidades com livros]”, respondeu a atriz. “Sabia que lá na minha casa, eu pegava um livro para ler e minha mãe dizia ‘você é vagabunda? Vai trabalhar’. Livro era uma coisa que significava não ter o que fazer. Para a maioria do brasileiro infelizmente ainda é assim”, contou.

Grazi Massafera disse nunca ter julgado sua mãe pela atitude e explica: “Mas é que havia uma conotação que não está fazendo nada, se está lendo. Mas é tão lindo. O hábito de ler tem que ser desenvolvido desde cedo. Hoje em dia, eu leio com a minha filha, a gente senta junto para ler, eu leio muito capítulo. Recentemente eu tava lendo o livro A Morte é Um Dia que Vale a Pena Viver – é maravilhoso esse livro. É de uma das consultoras da novela [a escritora Ana Cláudia Quintana Arantes]”, contou.

A intérprete de Paloma disse ter ficado resistente por conta do título do livro. “Ela me deu de presente e de início pensei ‘ai meu Deus, livro falando de morte’. Mas quando você começa a ler, percebe que é sobre a vida, sobre a qualidade da vida, sobre como você viver os seus dias aqui. Porque a finitude existe para todos, mas seu tempo é diferente do outro. Se você tem uma doença, você entra em contato real com esse tempo“, finalizou.

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