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“A Record acreditou em mim”, afirma Xuxa sobre o Dancing Brasil

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Dancing Brasil pode ser considerado um dos melhores programas da Record, além de mostrar uma das artes mais admiradas, a dança, o reality show apresentado por Xuxa Meneghel emociona, alegra tendo por trás um time de jurados respeitados por críticos da área, Fernanda Chamma, Jaime Arôxa e Paulo Goulart Filho.

Depois que migrou das segundas para as quartas, o Dancing atingiu mais de 40 milhões de telespectadores, consolidando média de sete pontos, já o share também é o maior já conquistado pela atração: 13%.

Desde que foi lançado em 2017, o programa já utilizou mais de 1100 peças para compor o figurino dos candidatos e seus respectivos pares, já a quantidade de profissionais que trabalha nos bastidores pode passar de cem, incluindo o elenco, que cumpre uma carga horária de doze horas de ensaio por semana, além de 30 minutos antes do ao vivo.

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Em entrevista exclusiva ao Observatório da Televisão, Xuxa, que hoje irá dançar pela primeira vez ao lado de Leandro Lima um tango, falou sobre o sucesso da atração, da relação – e da torcida – com os competidores e também do seu atual momento: “Fico feliz em fazer parte da história do Dancing e dele fazer parte da minha história. Estou feliz pela Record, que acreditou em mim e só quer me ver feliz”, afirma.

Como são definidos os seus looks para o programa? E de qual gostou mais? 

Os looks são escolhidos conforme o tema do programa, junto com o diretor Carelli [Rodrigo] e o figurinista Marcelo Calvacanti. Eu visto alguns looks que o Marcelo pega em lojas e fotografa pra já pensarmos como e quando vamos usar. Já nos programas temáticos, os looks são desenhados e criados pelo Marcelo e feitos quase todos por Michelly Xys [estilista]. Fica difícil dizer o que eu mais gostei, pois não são roupas que eu costumo comprar ou mesmo usar, são só pro programa, não sei se usaria em outro lugar. Eu gosto de coisas mais simples, que chamem menos a atenção. Mas tenha certeza que só uso o que eu gosto e o que me cai bem.

Quando os participantes estão se apresentando, você fica ali olhando e pensa em quê? Bate um nervosismo por eles, sente vontade de dançar também…

Estar ali dançando é muita responsabilidade… Sei o quanto eles estão dando o melhor e me sinto mal se algo sai errado. Fico pensando em quem vai ficar, em quem vai sair… Sei que são regras, o programa é assim, mas fico bastante nervosa por eles. Sei também que muitas vezes o nervosismo atrapalha e é fatal pra nota e pro resultado final.

O programa é elogiado por público e crítica. O quanto ele agrega à sua carreira? É um divisor de águas em sua carreira?

Fico muitoooo feliz em fazer parte da história do Dancing e dele fazer parte da minha história. Estou feliz pela Record, que acreditou em mim e só quer me ver feliz.

Além de apresentar o programa, você também torce pelos candidatos, algo raro em um programa assim, pois o apresentador se distancia um pouco. Como tem sido essa experiência, essa relação com os competidores?

É a parte mais difícil! Conheço a história deles, sei o quanto estão se dedicando… É difícil sentir o quanto eles se doam e que às vezes por causa de um dia ruim colocam tudo a perder. Eu sinto muito por eles e sinto também a grande responsabilidade das pessoas votarem certo, isso é muito importante, pois quem decide é o público e isso tira nossa responsabilidade e coloca a parte mais difícil no público.

O Leandro Lima tem se mostrado bastante à vontade, espontâneo. As brincadeiras entre vocês também têm sido um destaque da atração, não? Como tem sido o retorno do público? 

O Lelê é um menino de um coração lindo! Torço muito por ele, pra que ele consiga aprender cada dia mais e crescer, crescer… É um menino com um humor incrível e que vocês ainda conhecerão mais. Fico feliz que o público tenha gostado, ele merece! É muito esforçado e tá super feliz em também poder estar no Dancing.

Na próxima edição vocês irão dançar juntos pela primeira vez. Já começaram os ensaios? E o que público pode esperar?

É hoje!!! Vamos dançar tango. Esperem ver um menino e uma mulher nervosos, afinal de contas não é a nossa praia, mas espero que o público goste.

Entre Moulin Rouge, Marlyin Monroe, entre outras performances que você já fez, qual você gostou mais de apresentar no programa? E qual foi a mais complicada?

Sempre que já foi, já passou, não acho mais tão complicada. As que ainda não fiz sempre me soam como as mais difíceis. Faremos ainda uma de seriados, onde eu farei a loira dos dragões do Game of Thrones (Daenerys). Essa, que ainda não fiz, me bate como a mais difícil.

Além de Doce Mel, quais outros clássicos de sua carreira poderão entrar para o Dancing?

No especial infantil usamos quase todos os mais conhecidos. Amei o ‘Tindolelê’ em ritmo de tango, bem argentino. Até hoje canto com esse clima argentino.

Qual é a sensação de levar para a casa das pessoas alegria e cultura em um horário tão disputado?

É muito gratificante aprender e poder passar tanta coisa linda: a dança, a música, a beleza, a superação e o desafio que fazem parte do Dancing, e, melhor, eu faço parte disso tudo. É simplesmente um presente pra mim!

 

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