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Fã de dublagem, Rodrigo Lombardi brinca com jornada dupla na Globo: “Queria ter a voz do Will Smith”

À coluna, ator conta experiência de interpretar João Guimarães Rosa duas vezes em Passaporte para Liberdade

Publicado em 21/12/2021
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A estreia de Passaporte para Liberdade impressionou o público não apenas pela qualidade, mas também pelas vozes. Gravada totalmente em inglês, a série da Globo produzida com a Sony Pictures Television foi dublada para ir ao ar na TV aberta, porém apenas dois atores do elenco original dublaram a si próprios. Um deles, Rodrigo Lombardi, repetiu sua interpretação de João Guimarães Rosa com muito prazer.

Fã de dublagem, Rodrigo já atuou apenas com a voz em filmes e animações para o cinema. Ele também “dublou” a si próprio em trabalhos como Carcereiros (recurso frequente no audiovisual para corrigir falhas na captação do áudio original). Desta vez, o galã global pisou no Beck Studios, no Rio de Janeiro, para falar em português o que havia gravado em inglês em Passaporte para Liberdade.

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Em entrevista exclusiva à coluna, Lombardi conta detalhes de sua jornada “dupla” como o escritor que se apaixonou por Aracy de Carvalho (Sophie Charlotte), protagonista da série. O ator admite que chegou a se confundir ao ouvir sua própria voz em outro idioma.

“Eu me dublei algumas vezes em TV e cinema. Em muitas cenas, principalmente nas externas, o áudio fica prejudicado e precisamos dublar. Até aí tudo bem, pois você ouve sua voz, lembra como fez e faz exatamente igual, algumas vezes podendo até melhorar. Mas em inglês a cabeça da um tilt (risos). Você se ouve, mas não dá para fazer igual, é outro idioma, com encaixe vocal diferente, acento diferente. Mas é a sua voz, então às vezes parece um déjà vu, um ‘bug na Matrix’. Aí você para, respira e vai de novo. É muito bom!”, comemora.

Para dublar suas falas em Passaporte para Liberdade, Rodrigo Lombardi não apenas leu as frases traduzidas. Como ele explicou, o texto precisou ser adaptado para soar o mais natural possível aos ouvidos do público brasileiro. Para isso, o ator e a diretora de dublagem, Maíra Góes, se auxiliaram durante a captação da voz.

“As duas línguas têm tônicas e prosódia distintas. Em certos momentos gerava dúvidas sobre como achar a intenção correta, e minha diretora, Maíra Goes, estava lá para me ajudar de maneira precisa! Às vezes eu errava de propósito só para a Dory conversar comigo!”, brinca ele, citando a personagem mais famosa da profissional de dublagem.

“Rodrigo Lombardi fala tão bem e valoriza tanto os profissionais que dublam que ele ficou com medo no início. Ele falou: ‘Estou com medo de ficar mediano e ser engolido pelos experientes’. Porque ele é fã, encontrava um ator em dublagem e pedia foto. [Ser ajudada pelo ator] é inédito para mim, porque geralmente o diretor recebe o produto já pronto, assiste e passa o que entendeu. Eu não posso ligar para o ator que interpretou, mas nesta série eu pude ligar para o Jayme Monjardim [diretor de Passaporte para Liberdade] ou perguntar para o Rodrigo”, elogia Maíra Góes à coluna.

A jornada “dupla”, aliás, não iria acontecer se dependesse da paixão de Rodrigo por dublagem. O galã, que é nerd assumido, tentou realizar o sonho de ter a voz de alguns de seus personagens favoritos na cultura pop.

“Eu queria ser dublado, queria ter a voz de algum personagem conhecido, mas não deixaram. Já pensou? Ter a voz do Will Smith [Márcio Simões], do Wolverine [Isaac Bardavid] ou do Gavião Arqueiro [Marcelo Garcia]? Meu Deus!”, brinca.

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