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Quem interpretou o Pastor Lívio em Renascer de 1993?

Líder religioso entrou na novela das nove nesta sexta

Publicado em 17/02/2024

Quem interpretou o Pastor Lívio em Renascer de 1993? O personagem entrou na novela das nove no capítulo desta sexta-feira (16) e chamou a atenção do público.

Após cenas divertidas ao lado do Padre Santo (Chico Díaz), o líder evangélico interpretado por Breno da Matta se destacou por seu discurso em prol da Reforma Agrária durante um embate ameno com José Inocêncio (Marcos Palmeira).

Na versão original da trama, que foi ao ar há 31 anos na Globo, Pastor Lívio não existia. Na verdade, Bruno Luperi, que adaptou a história do avô, Benedito Ruy Barbosa, optou por colocá-lo no lugar de outro padre da narrativa.

Padre Santo (Chico Diaz) e Pastor Lívio (Breno da Matta) em Renascer
Padre Santo (Chico Diaz) e Pastor Lívio (Breno da Matta) em Renascer

Quem vivia o padre em questão era o ator Jackson Costa e, assim como o atual pastor, era um religioso com ideias bastante progressistas. A diferença é a vertente religiosa de cada um, além das modernidades todas, como por exemplo o uso do smartphone para livrar Padre Santo da morte no capítulo de ontem.

Outro fator que vai mudar é também a ausência do celibato. Em Renascer de 1993, o padre vivido por Jackson Costa se apaixonava por Joaninha (Teresa Seiblitz), esposa de Tião Galinha (Osmar Prado), e encontrava o impasse em sua escolha religiosa.

Lívio (Breno da Matta) era um padre e foi interpretado por Jackson Costa
Lívio (Breno da Matta) era um padre e foi interpretado por Jackson Costa

Já o Pastor Lívio terá liberdade para se relacionar com a mesma personagem, Joana, que agora será interpretada por Alice Carvalho – o marido dela, Tião Galinha, será encarnado por Irandhir Santos. O autor do remake preferiu manter o triângulo amoroso.

Importante ressaltar que a mudança de padre para pastor, segundo Bruno Luperi, ocorreu somente para ampliar a diversidade no escopo da novela, agregando todas as vertentes religiosas.

De acordo com a Globo, a emissora não teve qualquer envolvimento nessa troca de personagens. “Há processos naturais de uma releitura, que para deixar a obra mais contemporânea, podem –ou não– trazer mudanças em suas tramas”, afirmou a empresa à Folha de S.Paulo.

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