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Entenda o Motivo

As Redes Sociais estão criando uma sociedade de alienados depressivos.

A realidade da vida é maior que os algoritmos das Redes Sociais e a depressão do usuário aumenta

Publicado em 02/05/2022
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Amigos da Coluna, hoje eu exibo para vocês um texto opinativo que escrevi com o professor Jorge Miklos, que eu muito admiro. Ele é sociólogo, psicólogo e psicanalista, doutor em comunicação. As conversas informais com ele sempre rendem boas ideias e reflexões. Fomos almoçar e comentamos que…..

O vencedor nem sempre está feliz nas Redes Sociais porque é perseguido por um fantasminha chamado ego. Quantas vezes na vida nos sentimos deprimidos, esgotados, tristes. Às vezes o amargor chega e não sabemos qual vento o trouxe.

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Apelamos para nossas crenças pessoais e a nossa fé. Apelamos para nossa disciplina mental ou para nossos médicos, com remédios prescritos. Ou até aquela tia que conhece um chá, como o de Capim Santo.

Tudo isso para dizer que o mal das redes sociais é mostrar uma falsa felicidade. Como se nas nossas conquistas diárias não existisse espaço para o breu, as trevas, a escuridão. Estamos sempre felizes nas fotos e nossas histórias, por mais tristes que pareçam, sempre escondem um dos pecados capitais: vaidade.

Nos colocamos como Deuses em uma Terra sem lei. Nossa mente muda depois de ver aquela foto tirada com a família há dez anos. E ao ver a imagem nos chega um pensamento: poderia ter conversado mais com meu pai, meu tio, minha mãe, aproveitado o momento, aproveitado a comida. Eu poderia abraçar mais minha avó que faleceu.

Mas, a nossa preocupação naquele instante era: a iluminação estava boa, estou penteado, queimado de sol, estou com cara de vencedor. São mil fotos para aproveitar uma delas. Assim mesmo com o frio na barriga e o stress de não saber quantas curtidas eu terei, e se os meus amigos de internet vão comentar e gostar – mesmo os que não conheço pessoalmente.

Nas redes sociais, a existência é editada para atender às expectativas quase sempre inatingíveis do marketing pessoal: sucesso, riqueza, poder, virilidade, beleza, popularidade, felicidade. O consumidor dos conteúdos acredita que as postagens são verdadeiras e que os autores desfilam e exibem a vida ideal.

Na internet todos são felizes, bem-sucedidos, engajados e populares. Essa vida editada leva o usuário a crer que todo mundo é melhor que ele, causando a impressão de que a vida é pobre. Isso pode levar a depressão e ansiedade.

A felicidade não é nem de longe um êxtase imoderado, uma sensação de estar sempre no pico da montanha, no olimpo, e realização de todos os sonhos. E realizar fantasias é o que a internet mais vende e nós que a consumimos também nos tornamos falsos heróis………………..

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