Uma nova série de nomes estranhos de novelas, como Dez Vidas e Ciranda de Pedra

Títulos muito ligados aos enredos que batizam por vezes confundem espectadores anos depois, sem que conheçam as tramas

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Na semana passada, as Curiosidades da TV do Observatório da TV trataram de alguns nomes estranhos de novelas, nomes que causam estranhamento no público ao se tomar conhecimento deles, sem que se consiga de imediato associá-los aos enredos sem que os conheçamos.

Atendendo a pedidos, nesta semana fazemos uma segunda parte com o mesmo tema, depois de na primeira temos falado de títulos pitorescos como Os Gigantes (TV Globo, 1979/80), A Cabeçuda (TV Cultura, 1961), Os Ossos do Barão (TV Globo, 1973/74 e SBT, 1997), Pícara Sonhadora (SBT, 2001) e O Bofe (TV Globo, 1972/73).

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Aparentemente simples, As Pupilas do Senhor Reitor é um dos nomes estranhos de novelas, dos que intrigam parte do público. Publicado em 1867 pelo escritor português Júlio Dinis, o romance com esse título se passa num povoado lusitano e tem como figuras centrais o Padre Antônio, chamado de Senhor Reitor, e duas moças pelas quais ele se responsabiliza, logo, suas pupilas, Clara e Margarida.

A história já teve duas versões em novela na televisão brasileira: a primeira, em 1970/71, na TV Record, com texto de Lauro César Muniz, e a segunda no SBT, em 1994/95, com o original de Lauro adaptado por Ismael Fernandes, Bosco Brasil, Analy Alvarez, Zeno Wilde e Chico de Assis.

Já o caso de Dez Vidas (TV Excelsior, 1969/70) é um pouco mais simples. Escrita por Ivani Ribeiro a partir dos fatos da chamada Inconfidência Mineira, ocorrida em fins do século 18, a expressão vem de uma frase atribuída ao protagonista, Tiradentes (Carlos Zara): “Dez vidas eu tivesse, dez vidas eu daria”. Confira o vídeo!

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