“Tô certo ou tô errado” marcou a novela Roque Santeiro; relembre outros bordões célebres novelas

Criadas pelos autores ou pelos intérpretes dos personagens, expressões sobrevivem às novelas que as lançam

Publicado em 8/7/2021
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Quando Sinhozinho Malta (Lima Duarte) perguntava “Tô certo ou tô errado?“, sacudindo suas pulseiras e relógios de ouro ao som de chocalhos de cobra, raro era o interlocutor que dizia que ele estava errado em Roque Santeiro (1985), novela de Dias Gomes recém-chegada ao catálogo do Globoplay.

Sejam criados pelos autores das novelas, sejam improvisos dos atores que dão vida aos personagens, alguns momentos de grande felicidade textual acabam por tornar-se bordões célebres do gênero, que sobrevivem ao próprio período que as histórias passam no ar.

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É o caso do “Tô certo ou tô errado?” e de pelo menos mais um bordão criado por Dias Gomes, este para O Bem-amado (1973): o “Vamos deixar de lado os entretantos e partir logo aos finalmentes”, celebrizado pelo Coronel Odorico Paraguaçu (Paulo Gracindo).

O mesmo Paulo Gracindo marcou com seu “Coisas de Laurinha…” em Rainha da Sucata (1990), novela de Silvio de Abreu. Ele era o falido Betinho Figueroa e Laurinha era sua esposa, interpretada por Glória Menezes.

As novelas de Glória Perez costumam apresentar bordões bastante marcantes. Como no caso de O Clone (2001), que teve Solange Couto criando o “Né brinquedo, não!”, que pegou instantaneamente. “Insh’Allah”, muito falado pelos personagens muçulmanos, e “Cada mergulho é um flash”, repetido por Odete (Mara Manzan), também pegaram.

Curiosidades da TV fala aqui no Observatório da TV sobre bordões marcantes das novelas. Claro que só nessa ocasião não teremos como relembrar todos, então provavelmente haverá outros conteúdos do mesmo tema. Confira o vídeo!

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