Surgido numa época efervescente do teatro, Sérgio Mamberti alcançou prestígio nos palcos e telas

Ator tem no personagem que viveu no infantil Castelo Rá-Tim-Bum o mais querido de toda a carreira

Publicado há 2 meses
Por Fábio Costa
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Na cidade de Santos, litoral paulista, em 22 de abril de 1939 nascia Sérgio Mamberti, filho de Italo Mamberti, diretor social de um clube local. Ao acompanhar as apresentações dos talentos levados a Santos pelo pai, entre os quais Procópio Ferreira, tanto Sérgio quanto o irmão Cláudio Mamberti, já falecido, se encantaram pela arte.

Sérgio Mamberti chegou a direcionar seus estudos para a Arquitetura e até fez um ano de cursinho preparatório, mas a mosca do teatro já o havia picado. De maneira que ainda na década de 1950 ele começara a fazer teatro amador e logo ingressara na Escola de Arte Dramática (EAD). Eram tempos de teatro efervescente e politizado, no qual Sérgio se encontrara.

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Em 1963, o ator fez sua estreia profissional no elenco de Antígone América, peça produzida por Ruth Escobar e dirigida por Antonio Abujamra. Pela mesma época teve lugar sua presença no Grupo Decisão, ao lado de Berta Zemmel e Glauce Rocha.

Ainda nos anos 1960 Sérgio fez sua estreia em novelas em Ana (1968), de Sylvan Paezzo, na TV Record. Somente em 1981 o ator estreou na TV Globo, como o Galeno de Brilhante, novela de Gilberto Braga. Pouco antes Sérgio esteve no elenco da última novela inteira da TV Tupi, Dinheiro Vivo (1979), de Mário Prata, como Dr. Pacheco.

Mas foi nos anos 1990, depois de muitos prêmios em cinema e teatro, que Sérgio Mamberti interpretou seu personagem mais lembrado – e que para ele é o mais querido: o feiticeiro Dr. Victor do infantil Castelo Rá-Tim-Bum, na TV Cultura.

Confira o Vale a Pena do Observatório da TV sobre o ator, que atualmente brilha na “edição especial” da novela Flor do Caribe, de Walther Negrão, na qual vive o nazista Dionísio Albuquerque, avô do obcecado Alberto (Igor Rickli).

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