Sucesso no Mulheres, Fefito comemora seis anos na atração e diz: “Tenho a liberdade que não tenho em outros lugares”

Publicado há 3 anos
Por Cadu Safner
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Muitos programas de televisão carregam a marca do seu apresentador, porém, existem as atrações que carregam a marca dos apresentadores junto aos seus demais integrantes, nestes casos, sempre que um é lembrado o outro também é. A condução de qualquer programa de televisão, desde que TV é TV, nunca esteve apenas nas mãos de um apresentador: Existem os colaboradores, produtores, personagens e outras peças-chave para que o programa tenha um conjunto de conteúdos para o seu público. O caso da TV Gazeta com o Mulheres, é um ótimo exemplo. Regina Volpato divide cena com Fernando Oliveira, mais conhecido como Fefito. O jornalista viu sua vida mudar há seis anos, quando chegou para integrar o time e fazer o tradicional quadro de fofocas do vespertino. De lá pra cá, Fefito ganhou uma ascensão impressionante na frente das câmeras. Apesar de toda uma carreira de sucesso assinando colunas dos principais veículos de impressos do país, Fefito ganhou notoriedade pela sua competência e seriedade com a informação. A equipe do Observatório da Televisão esteve na sede da TV Gazeta para cobrir os bastidores do Mulheres e, é claro, bater um papo com o jornalista.

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Fefito fez um balanço desses anos de emissora: “São seis anos de TV Gazeta. É tão curioso quando eu penso  sobre isso, a TV Gazeta é a minha segunda casa. Nestes três anos recebi propostas para ir para outras emissoras, mas, eu gosto muito daqui. Tenho a liberdade que eu não tenho em outros lugares”, refletiu. Quando perguntado sobre o retorno do público nas ruas ele diz: “O melhor retorno que eu posso ter das ruas é poder dizer que eu sou o netinho das telespectadoras. Muita gente me para pra dizer que a mãe ou a avó me adora”. E continua, “Outra coisa muito legal é que tem poucos LGBTs assumidos diante das câmeras e eu não posso ignorar o fato de que eu sou um gay assumido na frente das câmeras”, ressalta ele.

Fefito assina a coluna Zapping no jornal Agora (Divulgação)

Sempre alto astral e trazendo interessantes análises dos assuntos mais atuais da televisão e dos famosos, Fefito diz que as família são bem presentes neste retorno do público e se anima ao dizer que consegue fazer a diferença na vida de muita gente: “Muitos me falam que a vida em família deles deles mudou por minha causa. Não que eu mude a vida das pessoas, mas, as pessoas passaram a enxergar que é normal ser gay e que isso está longe de uma figura de promiscuidade. Os LGBTs me param muito pouco em comparação a quantidade de pessoas que me param em família. As pessoas me paravam na rua e eu me perguntava por que queriam fazer foto comigo, mas o tempo foi passando e foi quantificando essas pessoas. É mais família, mulheres e adolescentes. Eu fico muito feliz. É óbvio que a parcela LGBT também é muito significativa. Eu fico muito feliz em poder ser exemplo não só para o LGBTs, mas para as famílias também e poder bater um papo aberto sobre todos os assuntos”, explica o jornalista, que, também comanda o Estação Plural, na TV Brasil.

Fefito é integrante do Mulheres na TV Gazeta (Divulgação)

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O jornalista não se esquivou quando o assunto é a saída de Cátia Fonseca e chegada de Regina Volpato no Mulheres: “Fiquei muito feliz com a chegada da Regina, mas, não posso dizer que fiquei feliz com a saída da Cátia, afinal, nós somos muito amigos e foram anos de parceria com ela. Fiquei bem feliz com a chegada da Regina porque ela é minha, de fato, e, curiosamente há alguns anos atrás nós tínhamos pensado em ter um projetos juntos. Foi o destino!”, revelou. “São duas mulheres muito competentes e bem resolvidas, que tem um estilo levemente diferente de abordar as coisas, mas que são estilos muito bons e únicos, eu aprendi muito com a Cátia e com a Regina eu aprendo todos os dias. A troca com essas mulheres são muito importantes e a gente tem que parar de rivalizar mulheres, especialmente. O fato de estarem num mesmo horário em emissoras concorrentes não diz nada”.

O Mulheres vem sendo muito bem avaliado pela crítica e a audiência com toda a reformulação sofrida nos últimos meses refletiu positivamente. Fefito explica um pouco da importância do programa como conteúdo para o público: “O Mulheres não é sobre quem está à frente dele, o Mulheres não é sobre a Regina ou sobre quem já passou. O Mulheres é sobre a instituição que o programa é. Ele é o programa mais antigo do país e isto não é pouco. São mais de três décadas no ar, e isto é um marco. É um privilégio, o público cresceu com o Mulheres”.

Regina Volpato comanda o Mulheres ao lado de Fefito, Tia e Sylvinho Rezende (Divulgação)

Fernando Oliveira se prepara para iniciar as gravações da terceira temporada do programa Estação Plural, e convida os internautas do Observatório da Televisão para conferir a atração da TV Brasil, “É o primeiro programa LGBT da TV aberta. O programa foi idealizado por uma equipe e eu fui chamado para fazer teste como apresentador. O Estação é apresentado também por Ellen Oléria, Mel Gonçalves e, nesta temporada vamos ter convidados especiais como Sonia Abrão, Elisa Lucinda, Marina Lima, Glória Groove, Lilian Clark, Maria Clara Spinelli. O Estação Plural está sendo reprisado toda quarta-feira às dez e quinze da noite. Os assuntos abordados não são somente assuntos pertinentes aos LGBTs. Falamos de tudo”. Então, fica o convite!

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