Amor de Mãe e outras novelas tiveram gravações tumultuadas por situações excepcionais

Desde incêndios até enchentes, outras produções passaram "perrengues" no dia a dia de estúdio

Publicado há 2 meses
Por Fábio Costa
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Há algumas semanas, os integrantes dos elencos de Amor de Mãe, Salve-se Quem Puder e Amor Sem Igual voltaram aos estúdios da TV Globo e da Record TV, depois de quase cinco meses parados.

A série de cuidados para manter a equipe livre do contágio pelo novo coronavírus faz com que as gravações demorem bastante, e no máximo três capítulos por semana podem ser providenciados.

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Isso leva à necessidade de uma nova leva de “edições especiais” de novelas para cobrir os horários das que estão em marcha lenta, por boa causa. Em outros momentos da história da teledramaturgia, novelas sofreram com situações de força maior que tumultuaram suas gravações.

Não se trata de brigas entre atores, casos extraconjugais, casos de doença ou morte, situações mais corriqueiras nos 70 anos da televisão brasileira, mas sim de incêndios que motivaram grandes mudanças no cotidiano de produção. Ou do inverso: águas das cheias de um rio próximo aos estúdios e que invadiam a emissora nos verões chuvosos de São Paulo.

Curiosidades da TV trata nesta semana sobre casos como esses, de gravações bastante problemáticas devido a fatores contra os quais não se podia lutar, mas que não envolvem tragédias entre os integrantes das produções.

Como em 1976, quando um dos incêndios de que a TV Globo foi vítima levou as novelas da ocasião – a saber, O Feijão e o Sonho, Anjo Mau, O Casarão e Saramandaia – a serem gravadas e editadas temporariamente em outros locais do Rio de Janeiro, como a Cinédia e a TV Educativa – hoje TV Brasil -, e até a TV Gaúcha entrou na dança. Confira o vídeo!

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