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ANÁLISE

Novelesca, série Quando Chama o Coração inverteu a lógica dos spoilers

Drama de época americano fez história no horário nobre da Record

Publicado em 30/12/2021
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A novela série Quando Chama o Coração chega ao fim da oitava e mais recente temporada nesta quinta-feira (30), na Record. O drama de época clichê e gostoso de assistir desafiou a lógica dos spoilers. De repente, o público passou a ir atrás de revelações da trama, como se fosse um folhetim clássico. A prática nada comum no mundo das séries é habitual entre os noveleiros.

Quando Chama o Coração já é um marco na história das séries estrangeiras na TV aberta brasileira. Exibida no horário nobre, a produção americana do Hallmark Channel alcançou bons números de audiência, caiu no gosto do povão e foi tratada como novela pelos veículos especializados, que passaram a divulgar o resumo dos capítulos com antecedência.

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Curiosamente, os telespectadores embarcaram nessa onda novelesca e caçaram spoilers diversos: “Elizabeth engravida?”, “Jack morreu?”, “Com quem Elizabeth fica no final?”, entre outras perguntas. Durante toda a passagem pela Record, desde 25 de agosto, Quando Chama o Coração estimulou a busca por spoilers reveladores e decisivos.

E não uma procura para estragar o prazer de assistir ao desenrolar da trama naturalmente. Foi uma caça mais pela curiosidade mesmo, o spoiler do bem. 

Um exemplo se dará nesta quinta. A mocinha Elizabeth (Erin Krakow) irá finalmente escolher com quem vai ficar: será o policial Nathan (Kevin McGarry) ou o empresário Lucas (Chris McNally)? A pessoa mais ansiosa já foi atrás dessa informação na internet e conhece o felizardo de antemão. Mas isso, necessariamente, não a impede de ver e desfrutar o capítulo final da oitava temporada.

É o que ocorre com as novelas desde sempre. Há spoilers disparados com duas, três semanas de antecedência, em comparação com a parte da história que está no ar. O noveleiro não arreda o pé da tela e acompanha a narrativa para ver como aquele desfecho de determinada história será construído.

Acerto da Record

Sem querer querendo, a Record acertou em cheio com Quando Chama o Coração. A série entrou para tapar um buraco na programação do horário nobre da emissora, na segunda faixa de novelas, após o término da reprise de Topíssima.

Poucos dias depois da estreia, o drama de época pegou embalo no ibope e disputava os primeiros lugares entre as atrações exibidas pela Record. Com média de 8,14 pontos de audiência, a série se firmou. E em sete vezes ultrapassou a marca dos dois dígitos; o recorde foi de 11,2 pontos, em 11 de novembro.

A Record tratou muito bem os fãs de Quando Chama o Coração. Criou-se uma página completa no portal R7, abastecida com uma fartura de informações sobre a atração. E, o mais importante, a emissora comprou os direitos de exibição da sétima e oitava temporadas, inéditas no Brasil.

Séries no horário nobre

Em um passado nem tão distante, séries eram atrações no horário nobre na TV aberta. Havia até uma briga por audiência entre Record e SBT, com a emissora de Edir Macedo levando a melhor apostando no trunfo arrebatador CSI (2000-2015). 

O sucesso de Quando Chama o Coração poderia incentivar a volta das séries na faixa noturna da TV brasileira? Seria ótimo se a resposta for sim. A questão é acertar a atração para aguentar a pegada bruta do horário nobre. A Record tem opções válidas e capazes, principalmente se for alguma da franquia Chicago (Fire, P.D. ou Med).


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