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'MICOU'

As cinco séries mais cringes (constrangedoras) de 2021

Confira as atrações que causaram vergonha alheia no ano do cringe

Publicado em 23/12/2021
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A retrospectiva do Google em 2021 apontou o óbvio: “o que é cringe?” foi a pergunta mais feita no ano na caixinha de busca do site. Enquanto o brasileiro aprendia o significado da palavra referente à vergonha alheia e constrangimento, a TV despejava um amontoado de séries essencialmente cringes, daquelas de dar desgosto de ver.

De comédia protagonizada por ex-The Big Bang Theoy (Call Me Kat) a superprodução da Apple que custou uma nota (Invasão), o ano das séries contou com um grande volume de atrações embaraçosas. O Observatório de Séries separou cinco e detalhou o tombo de cada uma.

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Confira abaixo as cinco séries mais cringes (constrangedoras) de 2021:

Kyla Pratt (à esq.) com Mayim Bialik na comédia Call Me Kat (Divulgação/Fox)

Call Me Kat

Comédia protagonizada por Mayim Bialik, a Amy Farrah Fowler de The Big Bang Theory (2007-2019), Call Me Kat tropeçou feio por ser sem graça e desembestar a soltar cenas explicitamente cringes que nem uma claque daria risada.

A personagem da atriz, a solteirona Kat Silver, mais parecia a Felícia do Tiny Toon ao interagir com os gatos, bichanos predominantes na atração disponível na HBO Max. A série falhou tanto que a showrunner da primeira temporada foi demitida.

John Cho na primeira (e única) temporada de Cowboy Bebop (Divulgação/Netflix)

Cowboy Bebop

Assim que estreou, a série Cowboy Bebop recebeu o rótulo de cringe. Adaptação de um anime consagrado, a produção da Netflix desagradou o fã mais raiz e aquele que conheceu a trama somente com a série live-action

O público simplesmente fugiu correndo do faroeste espacial, que perdeu 59% do público em um período de sete dias. Ou seja, quem começou a acompanhar a narrativa desistiu no meio do caminho. Cowboy Bebop foi cancelada menos de um mês depois do lançamento.

Shioli Kutsuna no drama sci-fi Invasão, do streaming da Apple (Reprodução/Apple TV+)

Invasão

Atração caríssima da Apple, Invasão entrou no streaming da empresa com o peso de ser comparada a This Is Us pelos próprios produtores, devido à conexão que haveria entre personagens diferentes e distantes uns dos outros. Pois bem, Invasão fez igual e provocou choro no telespectador… mas de raiva. 

Nada de ligação coesa entre os personagens apresentados no começo da narrativa, muito menos explicação do que ali estava sendo retratado. Houve um claro desperdício de dinheiro. Com menos capital investido, a Apple fez séries muito melhores.

Sarah Shahi em Sex/Life, produção da Netflix (Divulgação)

Sex/Life

O público sintonizou Sex/Life (Netflix) só por causa do sexo. Uma trama minimamente lógica e astuta é dispensável em atrações desse nível de safadeza. É a mesma fórmula dos filmes com carros de corrida turbinados, ou aquela película de ação carregada de tiros, porradas e bombas.

Um drama para lá de bobo, Sex/Life ainda forçou na escolha de elenco, optando por atores de looks idealizados, longe da realidade da plebe, imitando as capas de livros eróticos de quinta categoria.

Ben Schnetzer em Y: The Last Man, o mico do ano (Divulgação/FX)

Y: The Last Man

Sem exagero algum, Y: The Last Man (Star+) foi um dos maiores micos do século no mundo das séries. A expectativa era enorme acerca dessa adaptação de um HQ cultuado que demorou seis anos para ganhar vida. O protagonista, vivido por Ben Schnetzer, conseguiu ser intragável, clamorosamente ruim, sem qualquer traço de simpatia. A série apostou em um discurso político viciado, o da polarização, outra bola fora. 

Y: The Last Man foi cancelada antes mesmo de terminar a primeira temporada, decisão cada vez mais rara de ser tomada no mercado televisivo americano.


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