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JOGO DOS RICOS

Em berços de ouro, Prime Video e Apple TV+ querem a própria Game of Thrones

Nesta semana, chega a mais nova cartada do streaming da Amazon: a série A Roda do Tempo

Publicado em 15/11/2021
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Uma série imponente, sucesso de público no mundo todo e agraciada com dezenas de prêmios. Essa foi Game of Thrones (2011-2019) para a HBO, e todo distribuidor e produtor de conteúdo quer repetir a fórmula do drama fantasioso. Estão na missão os streamings Prime Video e Apple TV+, na frente da concorrência por um detalhe capital: abundância de dinheiro.

O Prime Video tem como mãe a Amazon, companhia avaliada em US$ 1,7 trilhão (R$ 9,2 trilhões). O Apple TV+, está no mercado do entretenimento sob a benção da gigante Apple, que até antes de ser ultrapassada pela Microsoft neste ano, era a empresa pública mais valiosa do mundo: US$ 2 trilhões (R$ 10,9 trilhões).

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Nascidas em berços de ouro, ambas as plataformas não encabeçam as principais fontes de rendas das respectivas donas, sem a obrigação e pressão de lucrar; diferentemente da Netflix, por exemplo, que é só o streaming. Prime Video e Apple TV+ recebem aportes volumosos com o objetivo de sim, criar uma série tão suntuosa quanto Game of Thrones.

A gula do Prime Video

Em depoimento ao livro Amazon Unbound, o executivo metido a astronauta Jeff Bezos, fundador da Amazon, disse com todas as letras: “Eu quero a minha Game of Thrones“. Para tanto, só em 2019, por exemplo, foi investido US$ 7 bilhões (R$ 38 bilhões) em produção de conteúdo, o dobro do ano anterior.

Dentro desse bolo está a fabricação da série A Roda do Tempo, que estreia na plataforma na próxima sexta-feira (19). A estimativa de custo por episódio, US$ 10 milhões, está na casa do que a HBO despejou em Game of Thrones.

Baseada em uma coleção best-seller de 14 livros, A Roda do Tempo foi à Europa gravar as duas primeiras temporadas. Com dinheiro sobrando, a equipe construiu uma cidade inteira, com materiais reais, para ser destruída em poucos minutos durante uma cena -uma amostra a todos da fartura plena. Não tem nada de economizar usando truques de efeitos especiais.

Enquanto A Roda do Tempo estava a todo o vapor na Europa, na Oceania surgia a série mais cara de todos os tempos, baseada na franquia de filmes e livros O Senhor dos Anéis. Aqui, só para ter o direito de fazer a produção televisiva, a Amazon pagou US$ 250 milhões. Essa atração colossal ainda não tem data de estreia.

Leah Harvey está no elenco vasto de Fundação (Reprodução/Apple TV+)

Maçã atrevida

A Apple não está atrás. Ao mesmo tempo, o streaming da empresa lançou as duas maiores séries originais da plataforma: Fundação (ficção científica futurista) e Invasão (sobrenatural, aliens).

Com a missão árdua de trazer à vida a saga literária Fundação, de Isaac Asimov, obra tratada como “infilmável”, a Apple se dispôs a investir US$ 15 milhões por episódio (dez na primeira temporada), grande parte destinados a criar cenários épicos, a maioria virtuais. Só para a primeira temporada, foram erguidos 170 sets de gravação.

Ambientada ao redor do mundo, Invasão custou mais: US$ 200 milhões no total da primeira temporada, composta de dez episódios. Isso porque não há ninguém no elenco com salário astronômico, como ocorre em The Morning Show com Jennifer Aniston e Reese Witherspoon, as atrizes mais bem pagas da história da TV.

Por enquanto, Invasão decepcionou e Fundação dá para o gasto (esta última renovada para a segunda temporada). Vale ficar no aguardo como a Amazon entra nesse jogo dos tronos, a começar com A Roda do Tempo.


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