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OPINIÃO

Zoë Kravitz tem razão: cancelar Alta Fidelidade foi um grande erro

Aclamada comédia romântica disponível no Star+ não passou da primeira temporada

Publicado em 15/02/2022
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Entre os cancelamentos precoces mais doloridos deste século, Alta Fidelidade (2020) está no topo. A atriz Zoë Kravitz, protagonista e produtora executiva da atração, nunca perdeu a oportunidade de criticar a decisão da plataforma Hulu de encerrar a série após uma única temporada. Agora, a filha do cantor Lenny Kravitz foi direta ao relembrar a triste notícia.

Capa da edição de março da revista Elle americana e tema da reportagem principal, Zoë Kravitz mandou a real quando o assunto Alta Fidelidade veio à tona. “Foi um grande erro [cancelar a série], afirmou a atriz. “A quantidade de cartas, mensagens, pessoas na rua [elogiando a atração]… E mulheres iguais a nós que simplesmente amavam a série. Teve um significado importante para muita gente.”

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Zoë Kravitz está certa

E ela tem razão: cancelar Alta Fidelidade foi um grande erro. Lançada em fevereiro de 2020, a série se colocava como uma das melhores comédias daquele ano, adaptando com rara felicidade o livro (de 1995) e filme (2000) homônimos. Os acréscimos e mudanças feitas às obras originais foram muito bem executadas. Tudo funcionou.

Zoë Kravitz interpretou Robyn “Rob” Brooks, dona de loja de discos de vinil na cidade de Nova York que, pelo público-alvo restrito, sofre lá os perrengues para manter o estabelecimento aberto. Mas ela tem enrosco mesmo é na vida amorosa, dona de longa lista de relacionamentos infrutíferos.

Rob quebra a quarta parede (quando o personagem olha para a câmera e interage com o espectador) explicando os motivos de namoros e casos fracassados. Ela tem até uma lista dos cinco rompimentos mais memoráveis de toda a vida. A empresária conta isso detalhadamente sob uma trilha sonora de extremo bom gosto embalando as histórias.

Alta Fidelidade é uma série gostosa de ver e assistir. Tem representatividade equilibrada e relevante, como deve ser. Foi o que destacou a revista Time ao falar da atração: “Os personagens são humanos multifacetados antes de representarem o respectivo gênero, raça ou oriental sexual.”

A mídia aprovou Alta Fidelidade, acumulando muitas críticas positivas. O jornal USA Today, por exemplo, deu quatro estrelas e meia (de cinco) e decretou: “O remake de Alta Fidelidade é a brilhante história de amor moderna que precisamos.”

Fora reclamar sobre o cancelamento, resta a nós desfrutar o que foi entregue. Quem nunca viu a série, precisa assisti-la. E quem conhece, vale a pena ver de novo. Alta Fidelidade está disponível no Star+, composta de dez episódios.


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