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ENTENDA

The Walking Dead confirma que Commonwealth é mesmo o Good Place

Inferno ou Céu? A comunidade Commonwealth tem uma aparência que engana

Publicado em 01/03/2022
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A filosófica comédia The Good Place (2016-2020) brincou ao mostrar um Céu fake, o chamado Bom Lugar (Good Place), que na verdade era o Inferno. Na segunda parte da 11ª temporada, os heróis de The Walking Dead caíram na mesma armadilha ao adentrar na comunidade Commonwealth. Tudo ali parece ser magnífico, mas as aparências enganam, como diz o ditado da vovó.

[Atenção: spoilers a seguir]
Até o episódio do último domingo (27), o décimo da leva final, The Walking Dead revelou pedaços de Commonwealth, o maior (e melhor?) santuário de toda a série. Atrás dos muros moram cerca de 50 mil pessoas que vivem como antes do surto zumbi, trabalhando, praticando esportes, indo a shows musicais, comendo docinhos, bolos…

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Enquanto longe daquela fortaleza o mundo permanece podre, com mortos-vivos circulando e suprimentos raros de encontrar, em Commonwealth há segurança e tranquilidade para viver, a ponto de ser possível criar uma rotina, algo impensável no mundo apocalíptico no qual a orientação é nunca se acomodar.

A perfeição desse quadro é totalmente suspeita, óbvio. E os sobreviventes de The Walking Dead experimentaram isso no episódio da semana. A pegadinha atrás desse “comercial de margarina” é justamente o mundo ser como antes, em todos os aspectos, incluindo a desigualdade social, privilégios, desvalorização do trabalhador e elite predatória.

Rosita (Christian Serratos) virou a casaca em The Walking Dead?

Chama a Janet!

Bom, os heróis do drama zumbi não tem uma Janet (D’Arcy Carden), a fonte de informação e conhecimento de The Good Place, para livrá-los dessa enrascada. É preciso encontrar outros caminhos. 

Isso a série irá desenvolver ao longo dos próximos episódios, mas já deu amostra do que vem pela frente. Uma personagem interessante de acompanhar será Rosita (Christian Serratos). Agora integrante da força policial de Commonwealth, ela irá passar por conflito interno ao se deparar com a resistência dentro da comunidade.

O choque de motivações é pelo fato dela ser a representante da ordem naquele lugar, enquanto que, em tese, a vontade seria estar do outro lado do duelo, apoiando o grupo contrário às opressões de Commonwealth.

Um militante, ex-soldado da polícia, foi preso durante o baile de máscaras do Dia das Bruxas, voltado somente à elite do santuário. Ao ser levado, o jovem bradou: “Resista à Commonwealth! Visibilidade para os trabalhadores! Igualdade para todos!”

The Walking Dead cria assim uma dinâmica interessante, abordando o tema de divisão de classes e as consequências disso. E definitivamente comprova que Commonwealth não é nada paradisíaco, ao contrário do que diz o panfleto em forma de propaganda.


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