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LANÇAMENTO

Ninguém Pode Saber: conheça a história incrível do novo drama da Netflix

Baseada em livro homônimo de Karin Slaughter, a minissérie chega na plataforma na sexta (4)

Publicado em 03/03/2022
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Está de volta aquela velha e gostosa discussão: o que é melhor, o livro ou a série? Na sexta-feira (4), a Netflix joga outra lenha nessa fogueira com o drama Ninguém Pode Saber, baseado no suspense homônimo escrito por Karin Slaughter. A história incrível, às vezes travada nas páginas da obra, tem potencial para funcionar melhor na TV.

Ninguém Pode Saber narra a dinâmica entre mãe e filha. Aos 31 anos de idade e deixando ser levada pela vida desanimadora, trabalhando como atendente de serviço de emergência, Andy (Bella Heathcote) volta a morar com a mãe, Laura Oliver (Toni Collette), recém-recuperada de um câncer.

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Logo no começo, o livro entrega uma sequência de ação de tirar o fôlego. As duas estão almoçando em um shopping center quando, do nada, um rapaz armado atira em duas mulheres (ex-namorada e sogra) e faz todos os clientes do restaurante de refém. 

Naquele cenário de pânico, Andy é ameaçada. Como se fosse heroína, Laura intervém e freia a raiva do atirador. E nessa hora a filha conhece um lado da mãe chocante: Laura, esbanjando frieza assassina, corta a garganta do homem. Câmeras flagram o ato e Andy passa a questionar de onde veio tamanho ímpeto oculto selvagem da mãe.

Toni Collette (à esq.) com Bella Heathcote em Ninguém Pode Saber

Série melhor que o livro

A Netflix assumiu o desafio de ao menos fazer a série tão boa quanto o livro. Ninguém Pode Saber possui bagagem para ir além disso. Como se sabe, esse tipo de adaptação é sempre arriscada. A chance maior é de estragar a obra original, como ocorreu com Por Trás de Seus Olhos (livro ótimo, série ruim). You está na outra ponta desse exemplo (livro complicado de ler, série muito bem adaptada).

Após esse abre, o livro Ninguém Pode Saber diminui a ação e entra no suspense propriamente dito, na investigação de Andy em tentar conhecer o passado da mãe. Aqui, a série tem tudo para ser melhor do que o livro porque a trama favorece a construção na qual impera as revelações de pistas e montagem de quebra-cabeça.

O drama da Netflix adota as cenas de flashback (acontecimentos do passado), igual no livro. No presente, rola a investigação de Andy. E no passado é desvendado, em 1986, um atentado contra um homem de negócios, proprietário de empresa renomada.

A narrativa entra em um funil. As duas partes do enredo se aproximam aos poucos até cruzarem juntas a linha de chegada. Ninguém Pode Saber coloca um ponto final satisfatório. Vale a torcida para que isso não tenha sido desperdiçado pela Netflix.

O livro trata de uma história envolvente na mais elevada condição. Uma pergunta proposta pela sinopse é instigante. “Quanto mais Andy descobre sobre o passado da mãe, mais segredos vê que a mulher guardou. Ao que parece, por quase trinta anos Laura viveu na esperança de que ninguém descobrisse quem ela era de verdade. Agora um segredo foi revelado. O que mais ninguém pode saber?”, aponta a premissa da obra.

A julgar pelo livro, Ninguém Pode Saber merece ser vista. Desenvolvida por Charlotte Stoudt, produtora de Homeland (2011-2020) e House of Cards (2013-2018), a minissérie é composta de oito episódios.


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