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OUTRO PATAMAR

Após dois anos, The Witcher retorna como uma franquia imponente da Netflix

Drama fantasioso rapidamente virou uma grife na gigante do streaming

Publicado em 14/12/2021
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Dois anos após bater recorde de audiência na Netflix com a primeira temporada, The Witcher retorna na sexta-feira (17) em um outro patamar. A série, baseada em uma coleção de livros famosa e também inspirada em um game popular, construiu a base do que agora é uma franquia imponente na gigante do streaming, um dos produtos mais importantes do catálogo.

Antes de Bridgerton e Round 6, era The Witcher a dona do recorde de série mais vista na plataforma, com 76 milhões de visualizações em todo o mundo durante os primeiros 28 dias da estreia, ocorrida no distante 20 de dezembro de 2019.

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Essa multidão de pessoas sintonizadas nas aventuras do bruxo caçador de monstros, o enigmático Geralt de Rívia (Henry Cavill), motivou a Netflix a investir pesado em tramas conectadas com a série mãe. Uma animação estreou em agosto deste ano e outra está em desenvolvimento. 

Vem aí um desenho voltado para as crianças (sem a violência e horror da história matriz). E uma série derivada, chamada de Blood Origin. Além disso, The Witcher ganhou a encomenda da terceira temporada antes mesmo de lançar a segunda.

Universo cinematográfico de The Witcher

Esse volume de conteúdo cria o próprio universo cinematográfico de The Witcher. Assim que os executivos da Netflix observaram os números da audiência da primeira leva de episódios, eles entraram em contato com os produtores da série para saber se eles tinham ideias de outras atrações filhotes. Aos poucos, os projetos paralelos foram surgindo.

O mundo fantasioso de The Witcher é amplo, perfeito na elaboração de várias ramificações, necessárias na fundação de uma franquia. Lauren Schmidt Hissrich, criadora da série mãe, tem em mente muitas atrações. Se elas vão sair do papel ou não depende do público. A partir do momento que a recepção dos telespectadores for positiva com gostinho de bis, a franquia só tende a se fortalecer e crescer mais.

Mesmo com uma trama bem confusa, problema não corrigido pela mal estruturada primeira temporada, The Witcher atrai novos fãs, aqueles estranhos às obras impressas ou ao game. O misticismo da história, a fotografia e as lutas são alguns dos elementos que mantêm o público sintonizado nos episódios.

As atuações impactantes de parte do elenco também contribuem na magia da série. Vale destacar Anya Chalotra, a feiticeira Yennefer, e Freya Allan, na pele da Princesa Cirilla. E, claro, Henry Cavill tem lá uns instantes de brilho. 

Tantas atrações derivadas têm a missão de destrinchar mais a narrativa complexa. Como o público abraçou os novos produtos, a franquia cresceu rapidamente em dois anos, fora do padrão do mercado. Enquanto houver interesse, The Witcher é uma fonte de hits que a Netflix pretende tirar proveito até a última gota.


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