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HIT INTERNACIONAL

Jane Seymour está disposta a reviver Dra. Quinn, a Mulher que Cura

Aos 71 anos, a atriz vencedora do Globo de Ouro deseja retomar a série famosa

Publicado em 23/04/2022
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Sucesso no Brasil nos anos 1990, exibida pelo SBT, a série Dra. Quinn, a Mulher que Cura (1993-1998) tem chance de ser ressuscitada. Se depender de Jane Seymour, a protagonista da trama, isso pode acontecer. Em entrevista ao site Entertainment Weekly, a atriz disse estar disposta a liderar um revival do drama western, a única coisa que ela toparia fazer na TV neste momento da carreira.

Ao relembrar como foi gravar a atração, desacreditada no começo pela própria rede americana CBS, Jane Seymour deixou claro que não deseja trabalhar em nenhuma série no momento, aos 71 anos, “a não ser que nós consigamos trazer Dra. Quinn de volta”, disse.

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A possibilidade de um revival (continuação) de Dra. Quinn não é sonho distante. Ideias de como retomar a história estão sendo discutidas desde 2020. Jane Seymour recebeu vários roteiros projetando a nova trama. 

Previamente, o ponto de partida seria dar um salto no tempo, de cerca de 25 anos, para inserir Dra. Quinn no século 20 (a série foi ambientada no final dos anos 1800). Assim, a série poderia falar mais sobre assuntos contemporâneos, como a liberação da mulher na sociedade. O que falta mesmo é arranjar alguma vitrine/plataforma para investir no projeto.

O tema mulher no trabalho e machismo está no centro de Dra. Quinn. Na série clássica, Jane Seymour interpretou Michaela Quinn, médica que em 1867 decidiu se aventurar no Velho Oeste americano, deixando a cidade grande (Boston). Ela só conseguiu emprego porque foi confundida com um homem, pois quem a contratou pensou que se tratava de um Michael Quinn (acordo feito por telégrafo).

Lembrando que na língua inglesa não há distinção de gênero no substantivo doutor (doctor). Por isso a série, no original, chama-se Dr. Quinn.

Naquele cenário, Michaela mostrou-se á frente do tempo, uma mulher de atitude e politizada, apesar de ser vista com desconfiança pelos moradores da cidade por ser solteira e mulher.

A CBS não botou fé na série e fez o piloto (primeiro episódio) só por questões contratuais. Executivos estavam satisfeitos em transformar a gravação em um telefilme, cancelando o drama. Mas o público adorou as histórias ali relatadas, bem diferentes do que se tinha na TV na época.

Dra. Quinn, a Mulher que Cura se tornou um sucesso no mercado internacional, exibida em todo o mundo até hoje. No final das contas, foram feitos 150 episódios, espalhados em seis temporadas, e dois telefilmes. ⬩

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