Helena dá lição em moral em Paulinha depois da briga com Clara

A filha de Oswaldo ouve poucas e boas da diretora da escola

Publicado há 8 dias
Por Fábio Costa
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Depois que Clara (Alinne Moraes) e Paulinha (Roberta Gualda) saem no tapa em Mulheres Apaixonadas, novela de Manoel Carlos que está em reprise no Canal Viva, as duas são conduzidas à sala da diretora da Escola Ribeiro Alves, Helena (Christiane Torloni).

Enroladas em grossas toalhas para que não adoeçam, já que durante a briga acabaram caindo na piscina, Clara e Paulinha são obrigadas a esclarecer o que houve para que tenham brigado. Não sem antes Paulinha humilhar Rosinha (Guilhermina Guinle), dizendo que ela não passa de uma secretária, ao ser lembrada de que poderia levar uma suspensão.

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“Eu não posso acreditar que vocês duas tenham chegado a esse ponto! Vocês podiam ter se machucado”, começa Helena, com as duas jovens sentadas diante dela. “Ela vive me ofendendo, Helena. Eu aguentei enquanto deu, mas agora chega, né?”, defende-se Clara.

“E dizer a verdade agora é ofender?”, emenda Paulinha. “Que verdade, Paulinha? Eu não sei de nada”, responde Helena. “Podem não comentar com você, Helena… Mas todo mundo sabe que essa daí e a Rafaela, elas são…”, Paulinha começa e não conclui a frase.

“São…? São o quê, meu bem? São duas meninas que se gostam. No que é que isso interfere na sua vida? Na minha vida, na vida dos seus colegas?”, devolve Helena. “Ninguém é obrigado a aceitar”, diz Paulinha, sem desistir.

“Aceitar o quê? De que maneira isso te incomoda? Por que isso te agride? Elas fizeram na sua frente alguma coisa que te ofendesse, que te agredisse?”, pergunta a diretora à filha de Oswaldo (Tião D’Ávila). “Não. Na minha frente, não, mas posso imaginar o que elas fazem quando estão sozinhas!”, a jovem responde.

“O que não nos interessa. Da mesma forma que não me interessa o que os rapazes fazem com as suas namoradas quando estão fora do colégio. Essas reações são infundadas, imaturas, pra não dizer desumanas”, diz Helena.

E prossegue: “Somos todos iguais, meu bem. E, se há diversidade, nós temos que aprender a conviver com ela, porque vivemos numa sociedade, onde os direitos e deveres de todos devem ser respeitados. Você pode ter certeza, Paulinha, que vivendo dessa maneira você vai viver muito melhor”.

Depois a diretora manda que as duas adolescentes apertem as mãos, num ato de comprometimento no sentido de não deixarem de se comportar civilizadamente nas dependências escolares.

Ademais, embora defenda Clara contra a homofobia de Paulinha, Helena não deixa por menos o incidente e diz às duas que de uma próxima vez elas pegarão três dias de suspensão e, caso haja novo problema, ambas serão expulsas da escola.

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