Após morte de Marlene, Severo tem que lidar com Sebastião, pai da jovem

O baiano ameaça denunciar o deputado à Justiça pelo assassinato da filha, mas os dois entram num acordo

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Em O Salvador da Pátria, novela de Lauro César Muniz que está em reprise no Viva, as mortes de Marlene (Tássia Camargo) e Juca Pirama (Luís Gustavo) trazem mais problemas para Severo Toledo Blanco (Francisco Cuoco). Além de suspeito, ou ao menos reconhecido como alguém que tira vantagem dos dois assassinatos, o industrial tem que lidar com o pai da amante, Sebastião Machado (Paulo César Pereio).

Depois da morte da filha, Sebastião telefona bêbado para a casa de Severo em Ouro Verde. Ele é atendido por Gilda (Susana Vieira), que diz que o marido não está. Quando chega de um passeio que fazia com Bárbara (Lúcia Veríssimo), sua nova paixão extraconjugal, Severo é avisado por Gilda do telefonema, e ela pede que ele tenha cuidado com o pai de Marlene, um tipo violento.

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Severo diz à esposa que não há por que temer tanto, já que, se fosse para fazer um grande escândalo e denunciá-lo como mandante do assassinato de sua filha, Sebastião já teria feito isso. No dia seguinte, Sebastião vai à casa do deputado e os dois conversam no escritório. Entre ameaças e indiretas sobre a morte de Marlene, ele deixa transparecer que deseja mesmo é achacar Severo.

Fica combinado que a casa comprada pelo político para a amante morar com Sassá Mutema (Lima Duarte) fica para Sebastião, por direito de herança, e que o pagamento dos 5.500 dólares que Severo faz a ele mensalmente desde o casamento de Marlene e Sassá prossegue até o final do ano.

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