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A Dona do Pedaço: Virgínia e Fabiana se recusam a tirar amuletos que ganharam da avó Dulce

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Adotada por Beatriz (Natália do Vale), Virgínia se recusa a tirar o amuleto que sua avó Dulce (Fernanda Montenegro), que já morreu, lhe deu, em A Dona do Pedaço. Sem saber, em um convento, Fabiana também não aceita bem o pedido da madre para que tire o objeto do pescoço. Ambas argumentam que a correntinha é muito importante e acabam conseguindo o que querem.

Tudo começa com Lyris (Debora Evelyn) pedindo para sua mãe Gladys (Nathalia Timberg) dar o presente de aniversário de Virgínia, que, finalmente, foi legalmente adotada. Beatriz se aproxima e diz à filha que sua amiga lhe trouxe um presente, uma correntinha de ouro com pingente. “Ela está sempre com essa correntinha. Esta é mais adequada a sua condição social”, reclama Gladys.

Beatriz se encanta e diz que vai trocar sua correntinha, mas ouve um convicto não. “Mas não tem sentido. Esse amuleto que você usa nem fica bem. Seja boazinha, Vivi, deixa eu trocar”, argumenta a mãe adotiva. Virgínia rebate dizendo que foi sua avó quem lhe deu e que não vai tirar nunca. Neste momento, Beatriz explica para as amigas que não mencionou a tal avó no processo de adoção para não atrapalhar.  

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Percebendo a resistência de Virgínia, Gladys minimiza a questão: “Deixe, deixe. Um dia ela vai querer usar”. Percebendo que causou um climão, a garotinha pede para Beatriz não ficar brava chamando-a de mãe: “Mãe, você me chamou de mãe? Filha, filha. É isso mesmo, está tudo acertado. De agora em diante sou sua mãe. Otávio seu pai. Vivi Guedes!”.

Enquanto isso…

Fabiana reza quando uma madre se aproxima dizendo que a procurou por todos os lugares. A menina explica que está rezando para sua irmã. A religiosa corta e diz que a garota já lhe falou da parente. A criança insiste que está com saudade da família e crente a surpreende: “Eu imagino. Sabe, tenho um presente pra você. Pra pôr no lugar dessa correntinha que usa, com um amuleto tão… diferente”.

Fabiana recusa na hora e a madre insiste dizendo para ela tirar a correntinha porque a incomoda, o amuleto é muito esquisito. “Não, foi minha avó que me deu. Não me obriga a tirar! Minha irmã tem uma igual”, rebate a garota. A católica percebe a importância do objeto para a menina e conclui:

“Está bem. É a única lembrança que tem da sua família. Não vou forçar. Quem sabe, um dia, você e sua irmã vão se reconhecer, graças a esse amuleto. Talvez seja da vontade de Deus você usar”.

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