Zezé Di Camargo relembra processo de composição de ‘É o Amor’: “Eu estava ouvindo Maria Bethânia”

Publicado há um ano
Por Greicehelen Santana
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Zezé Di Camargo & Luciano estão entre os convidados do Altas Horas deste sábado (10), na Globo. Em uma edição especial do programa, que homenageia o projeto Amigos, a dupla relembra as melhores história da carreira como, por exemplo, o processo de composição da música É o Amor.

Faltava um dia para mostrar o repertório do disco que estávamos montando para a gravadora, e eu estava ouvindo Maria Bethânia. Sai para dar uma volta na rua e, quando voltei para casa, comecei a compor. O Luciano ficou ao meu lado, assistindo. Naquela mesma madrugada, terminei ‘É o Amor’”, comenta Zezé, continuando em seguida: “Eu sempre falo que as músicas têm endereços certos.”

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Completando o especial, o Altas Horas ainda recebe Chitãozinho & Xororó e Leonardo, que se reúnem no mesmo palco após 20 anos retomando a parceria do projeto sertanejo.  

Durante um bate-papo emocionante,
Chitãozinho conta como surgiu a vontade de reviver essa união: “A
ideia começou no Rio de Janeiro, há quase dois anos. No ano passado, os planos
foram evoluindo e, neste ano, sentimos que tinha chegado o momento certo.
Juntamos as nossas bandas e começamos a escolher as músicas.

A atração será embalada por canções atemporais como Sinônimos, Página de Amigos, Pense em mim, Não Aprendi Dizer Adeus, No Dia Em Que Eu Sai De Casa, Tapas & Beijos e Fio de Cabelo, entre muitos outros.

Serginho Groisman homenageia o projeto Amigos no Altas Horas (Foto: Globo/Fábio Rocha)

O eterno Leandro

Junto com o apresentador Serginho,
os amigos dividem a mesma emoção pela música e homenageiam Leandro, que integrou
a formação original do projeto ao lado do irmão Leonardo e que faleceu em 1998.
Ele sempre estará com a gente”, diz, emocionado, o cantor Xororó.

Chitãozinho destaca a evolução do seguimento sertanejo no país. “Nós fizemos aqueles espetáculos, na década de 90, com aquelas dimensões e felizmente a nova geração da música sertaneja está dando sequência. Hoje, os maiores shows feitos no Brasil são os de sertanejos”, comenta orgulhoso.

Chitãozinho & Xororó no Altas Horas (Foto: Globo/Fábio Rocha)

Revisitando a memória, Zezé
faz um desabafo para o comandante do Altas Horas. “A música sertaneja
não era para jovem e, quando fomos ao seu programa, que sempre teve um púbico
mais novo, e vimos a plateia com camisetas personalizadas, cantando todas as
músicas, nós saímos de lá com a certeza de que éramos um sucesso entre todas as
idades. Estávamos com a alma lavada. Naquela época, ainda carregávamos nas
costas um certo preconceito e temos uma responsabilidade muito grande de ter
mudado isso
”, afirma o cantor. 

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