Veja 10 personagens inesquecíveis de A Praça é Nossa, que completa 30 anos no ar

Publicado há 3 anos
Por João Paulo Reis
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A Praça é Nossa está fazendo aniversário de 30 anos. O clássico programa de humor do SBT atravessou gerações fazendo rir com os diversos tipos que passaram por aquele banco. Confira agora uma lista com os personagens inesquecíveis do programa:

Audiência da TV (01/06): A Praça é Nossa e The Noite lideram

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Batoré (Divulgação/SBT)

Batoré

O personagem foi destaque em A Praça é Nossa ainda na década de 80, e fazia piadas escrachadas tendo como foco sua própria feiura. Seu bordão “Ah Para ô! Você acha que é bonito ser feio?” foi eternizado em um música gravada por ele no final dos anos 90.

Vera Verão (Reprodução)

Vera Verão

Interpretada por Jorge Lafond, foi uma das personagens mais icônicas do programa permanecendo no ar por mais de 15 anos, até a morte de seu intérprete em 2003. Com seu jeito despojado, ela ficava nervosa ao ser chamada de “bicha”, e soltava seu bordão “Epa, Epa, Epa, bicha não. Eu sou uma quase mulher”.

Velha Surda (Reprodução)

Velha Surda

Possivelmente a personagem mais lembrada do humorístico do SBT. Criada por seu intérprete Roni Rios em 1960, na TV Paulista junto com Manoel de Nóbrega, e recriada no SBT anos mais tarde. A velha que tinha sérios problemas de audição, interagia com seu amigo Apolônio (Viana Junior), e criava terríveis confusões ao interpretar do seu jeito o que lhe era dito. Após a morte de seu intérprete, a direção do programa decidiu não reviver a personagem com outro ator.

Deputado João Plenário (Reprodução)

Deputado João Plenário

Interpretado por Saulo Laranjeira desde 1994 até os dias atuais, o personagem é uma crítica aos políticos brasileiros, com seu discurso pronto, e suas promessas vazias. Possui um patrimônio estimado em milhões, mesmo mal vestido. É demagogo e corrupto.

Jeca Gay (Reprodução)

Jeca gay

Era o homossexual caipira interpretado por Moacir Franco. Baseado numa caricatura tanto de homens homossexuais como homens do campo. Vestia-se com saia, blusa amarrada e carregava consigo uma trouxa.

Canarinho (Reprodução)

Canarinho

Assim como Batoré, Canarinho era o nome de seu próprio intérprete, e seu personagem era um homem simples que atendia ao telefone público colocado ao lado do banco da praça, gerando diversas confusões. O ator faleceu no ano de 2014.

Ceguinho (Reprodução)

Ceguinho

Interpretado pelo comediante Geraldo Magela, o Ceguinho brincava com a própria limitação do ator, que sofre de retinose pigmentar. Sempre contando piadas e anedotas sobre pessoas cegas, ele fazia o telespectador esquecer por alguns instantes de sua própria falta de visão.

Filomena (Divulgação)

Filomena

Filomena, a divertida empregada doméstica interiorana e religiosa interpretada pela atriz Gorete Milagres, foi um enorme sucesso no programa. Simples, ela se chocava com o comportamento alheio, e ganhou seu próprio programa, a sitcom Ô Coitado, famoso bordão da moça.

Sanderson (Divulgação)

Sanderson (Zoinho)

Sanderson é o corintiano roxo interpretado por Marcelo Médici. Com trejeitos simples e característicos da Zona Norte de São Paulo, ele se veste com um gorro, e usa gírias para contar seus casos. Motoboy, ele está sempre tentando se dar bem com muito bom humor.

Nerso da Capitinga (Divulgação)

Nerso da Capitinga

Pedro Bismarck, criador do personagem teve uma rápida passagem de 1 ano pelo humorístico suficiente para deixar sua marca. O caipira Nerso era o retrato do homem do campo, ingênuo, de bom coração e extremamente carismático.

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