Ufólogo apresentador da série Alienígenas do Passado fala sobre ETs no Brasil

Publicado há 3 anos
Por William Vieira
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O canal History estreia nesta quarta-feira (30), na faixa das 22h40, mais uma temporada da série Alienígenas do Passado. Às vésperas do lançamento da 12ª edição, o ufólogo suíço Giorgio Tsoukalos, produtor da série, veio ao Brasil e conversou com a revista Veja. Ele falou sobre vida fora da Terra e sobre o fenômeno alienígena no país.

Giorgio disse que teve seu contato com a ufologia já na infância, o que o levou onde está hoje. “A semente foi plantada quando eu tinha 5 ou 6 anos. Junto às histórias de ninar tradicionais, minha avó lia Eram os Deuses Astronautas, de Erich Von Däniken, e Atlantis, do David Gibbins, para eu dormir. Costumávamos conversar sobre vida extraterrestre em casa, minha família tinha a mente muito aberta. Até que, na adolescência, eu redescobri os livros de Von Däniken, que me trouxeram até aqui”, disse.

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Sobre vida fora da Terra, ele explicou por que acredita que os alienígenas têm interesse em fornecer conhecimento para a humanidade. “Pelo mesmo motivo que nós, no futuro, vamos fornecê-lo a outro planeta. Quando buscamos planetas fora do Sistema Solar, procuramos por aqueles que seriam habitáveis por nós. Imagine que esbarremos em um lugar onde haja vida inteligente, mas primitiva em relação a nós. Ficaríamos apenas observando, ou ensinaríamos a eles algumas coisas? Eu acredito que todo o conceito de universo é espalhar conhecimento, porque, sem ele, morremos”, contou.

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Ele destacou também exemplos de monumentos no Brasil que ele acredita terem sido construídos com ajuda dos alienígenas. “Tenho dois exemplos. O primeiro é um monumento parecido com o Stonehenge, construído a imagem de uma constelação dentro da Floresta Amazônica. Já o segundo chama-se Pedra do Ingá, na Paraíba, uma rocha gigante coberta por escritas desconhecidas, mas com gravuras que lembram alienígenas.”

Com relação ao fenômeno do ET de Varginha, o ufólogo contou ter conhecimento sobre o caso. “Ouvi relatos e vi muitas fotos do lugar. Se for verdade, é uma história incrível. Não posso afirmar (que é verdade) porque não presenciei os acontecimentos. Ver uma foto é sempre diferente de vivenciar determinada situação.”

 

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