“Sou um psicopata do Ibope”, dispara Carlos Alberto de Nóbrega

Publicado há 4 anos
Por Endrigo Annyston
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Com direito a cenário especial, o ‘Mariana Godoy Entrevista’ desta sexta-feira (3) recebeu Carlos Alberto de Nóbrega. Sentado num banco ao lado da apresentadora Mariana Godoy, o diretor de ‘A Praça é Nossa’ falou sobre seus mais de 60 anos de carreira, analisou o humor na atualidade e sua recente aproximação com o público da internet. “Levei um susto quando ganhei o Troféu Imprensa dos jurados e dos internautas, porque pensei que, por serem jovens, não assistiam a ‘Praça’. Me enganei profundamente e comecei a participar [das redes sociais]”.

O humorista defendeu que o filho, Marcelo de Nóbrega, está “preparado” para continuar a dinastia da família no comando do humorístico de sucesso e, além de se revelar apaixonado pelo processo de edição da atração, assumiu a preocupação com a audiência. “Se eu disser que não ligo, estaria mentindo. Eu sou um psicopata do Ibope. Na quinta-feira eu não vejo o programa, fico vendo o Ibope e ligando para o Marcelo [de Nóbrega]. O programa está no ar e eu estou olhando [os números], porque é uma pressão muito grande e há uma bronca pessoal também”, confessou.

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Relembrando histórias curiosas de sua trajetória, Carlos Alberto admitiu já ter pensado que seria demitido por conta de seu comportamento. “Eu era muito estourado quando mais jovem, até fazer análise. Uma vez tive uma chateação no SBT e achei que seria mandado embora pelo que falei, então o que eu fiz? Falei: ‘vou levar esse banco comigo’. Aluguei uma Kombi, fui até o local onde guardam os cenários e levei [o banco] para minha casa. O pior é que na semana seguinte não tinha banco para fazer a ‘Praça’!”, divertiu-se.

Sobre a relação com Silvio Santos, o humorista admitiu: “fiquei brigado com ele por 11 anos e depois vi que estava errado”. Próximo de celebrar os 30 anos de ‘A Praça É Nossa’, ele também revelou qual foi o programa que mais o emocionou até hoje. “Foi o primeiro. Minha ida para o SBT na profissão marcou o melhor dia da minha vida”, finalizou o diretor, que, aos 80 anos, afirmou manter a jovialidade porque “adora namorar”.

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