Solange Couto fala como foi ser mãe solteira aos 18 anos: “Até hoje peço perdão por ter sido muito dura”

Publicado há um ano
Por Greicehelen Santana
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Paulo Ricardo e Solange
Couto
participam do programa Tamanho Família deste domingo (30),
na Globo. Na atração comandada por Márcio Garcia, o cantor irá rever
sua trajetória profissional e contar um pouco de sua vida.  Já a atriz, comenta como foi a criação dos
filhos mais velhos e também como conheceu o companheiro por uma antiga rede
social.  

Solange e Jamerson se
conheceram pela internet e passaram três meses namorando virtualmente. Até que artista
rompeu o relacionamento, reclamando que ele não mandava foto e não falava a
idade. “Ele pegou o primeiro avião e no dia seguinte às 06h estava no Rio”,
lembra ela.

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Os dois finalmente se conheceram,
reataram e estão juntos há 10 anos. “Ele é ‘parceiraço’, companheiro, é
o meu melhor amigo
”, resume a atriz, que se derrete também ao falar dos
filhos.

Eu fui ‘pãe’ e tinha todas as obrigações: jogar nas 11 e ainda o banco de reserva. Eu fui mãe solteira, com 18 anos, do meu primeiro filho, Márcio. Ele sofreu muito. Cobrei muito dele. Até hoje peço perdão por ter sido muito dura. A Morena era uma mocinha. O Benjamin é carinhoso, cordato, sou casada com o pai dele, convive com os avós, teve coisas que os meus mais velhos não tiveram. Ele me ensinou a ouvir e a dialogar. Antes eu não dialogava, eu mandava”, conta.

Márcio Garcia recebe Solange Couto e família no programa Tamanho Família (Foto: Globo/ Raquel Cunha)

Paulo Ricardo relembra época da banda RPM

Para os fãs de Paulo Ricardo e do antigo RPM, o cantor conta um pouco dos bastidores de alguns dos sucessos dos anos 80. Na véspera do primeiro grande show do grupo, que era dirigido por Ney Matogrosso, ele recebeu a encomenda de uma música nova para o espetáculo.

Márcio Garcia recebe Paulo Ricardo e família no programa Tamanho Família (Foto: Globo/ Raquel Cunha)

Música é 10% de inspiração e
90% de transpiração. Entrei no quarto e só saí com a música já pronta:
‘Alvorada Voraz’. Nós tínhamos apenas um álbum e tivemos uma música escolhida
para o show. A gente fazia shows nas cidades, as rádios colocavam na
programação e tínhamos uma música estourada sem nunca ter sido lançada
”,
recorda o cantor.

Em seguida, ele continua: “as
pessoas gostavam da música, mas não tinha onde comprar, só gravando das rádios.
Aí fizemos um segundo álbum ao vivo. ‘Rádio Pirata’ é uma metalinguagem, um
disco que só existe porque uma música estourada não tinha sido lançada
.” 

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