Silvio Santos surpreende e questiona participantes do Jogo dos Pontinhos sobre decisão de ministro do STF

Publicado há um ano
Por Guilherme Rodrigues
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Neste domingo (12), durante o Jogo dos Pontinhos, quadro do Programa Silvio Santos, o apresentador resolveu questionar os participantes do formato sobre a decisão do ministro do STF, Alexandre de Moraes, que pediu que fosse retirada da internet uma reportagem da revista Crusoé que falava sobre o presidente da corte, Dias Toffoli.

“A imprensa está
falando, algumas mal, algumas bem, sobre os juízes do Supremo Tribunal Federal.
Vocês acham que os juízes devem se defender da melhor maneira e, até mesmo, a
imprensa que se comportar de forma inconveniente, fecha o jornal, a
televisão?”, perguntou o dono do SBT.

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“Vocês devem ter
lido nos jornais. Se algum veículo se comportar de forma inconveniente, manda
fechar? Vocês têm um minuto no máximo”, seguiu o comunicador. “Sou a
favor da liberdade”, iniciou Lívia Andrade.

“A gente demorou
muito tempo para conquistar isso. Pensar fora da casinha faz o mundo evoluir,
coisas novas acontecerem, acho bom isso. Não dá para dizer se tem alguém certo
hoje em dia”, analisou a apresentadora.

“É tanta corrupção que essa coisa que você está falando de proibição, fechar canal pode ser uma parada para perseguir certas pessoas ou certos veículos de comunicação. Isso é muito delicado. Aí volta a censura, as pessoas começam a ficar engessadas e a gente volta a virar um soldadinho de chumbo”, concluiu Lívia.

Opinião de Maisa

Maisa afirmou que
quanto mais poder e exposição, mais vulnerável a pessoa está a receber
julgamentos. “Quando você é juiz, presidente, governador, tem sim as pessoas
que não vão concordar com você. Quando a imprensa discorda com algo feito por
alguém com cargo de mandar no país, tem todo o direito de criticar. Fechar ou
tentar censurar esses veículos é uma atitude muito errada e imatura”,
disparou a jovem.

“Mas também a
gente precisa ter um filtro maior das notícias falsas que são espalhadas. É
entrar num bom senso para que também a imprensa possa julgar, mas julgar com
verdade. Sem mentira sem querer colocar palavras falsas na boca dos juízes. Mas
quem errar merece ser criticado sim, é normal”, finalizou Maisa.

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