Segundo Sol: Valentim briga com Karola: “Fui seu bilhete premiado”

Publicado há 2 anos
Por Renan Vieira
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Em Segundo Sol, na Globo, Valentim (Danilo Mesquita) descobriu toda a verdade. Ele já sabe que não é filho de Karola (Deborah Secco) e foi roubado de Luzia (Giovanna Antonelli) ao nascer. Agora, chegará o momento dele ter uma conversa com a vilã e não vai poupá-la. Ele jogará na cara dela todas as mentiras, todo o mal que lhe causou. Confira.

“É verdade que você fez isso? Me roubou quando eu era um bebê? Fala! Eu quero ouvir de você!”, dirá Valentim. “É verdade, mas isso não quer dizer nada”, responderá Karola. “Como é que isso não quer dizer nada?? Tá maluca? Isso quer dizer tudo, tudo sobre você, sobre a minha vida”. “Eu sempre fui sua mãe, desde que você nasceu, você é meu bebê”.

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Veja também: Laureta defende Karola da ira de Beto, em Segundo Sol, na Globo

“Eu sempre fui seu bilhete premiado, isso sim, seu troféu de vingança contra Luzia!!”. “Não! Não fala assim, não você! Você sabe que eu te amo mais do que tudo nessa vida… sou eu, meu filhinho, sua mãe, sua mainha”. “Eu não sei mais quem você é, que pessoa é essa capaz de roubar um bebê, de mentir a vida toda, de enganar quem mais lhe amava nesse mundo”.

Karola se justifica

“Eu lhe salvei, lhe salvei de ser criado sei lá como, sei lá por quem… seu pai tava em coma, a outra lá ia ser presa, condenada pelo assassinato de um homem”. “Condenada por sua causa! Por causa das suas armações junto com aquela Laureta!!”.

“Armações? Eu não matei ninguém, quem matou foi ela: Luzia!”. “Ela agiu pra defender meu pai, ela não teve culpa do cara cair…”. “Até essa versão você comprou, Valentim? Eu sou a culpada de Luzia ter empurrado o marido no precipício?”. “E por que você fingiu que tava grávida, explica!!?”.

“Por quê? Eu não fingi… quer dizer… eu perdi a criança… logo no início… fiquei arrasada”. “Para! Você vai continuar mentindo? Você fez isso porque já tava com a ideia de roubar o filho que Luzia tava esperando, foi tudo premeditado!”. “Não! Eu só quis lhe salvar, meu amor… só pensei que aquela criança era filho de Beto, de meu marido, e que precisava ser protegida! Me escute… quando Luzia pariu, a polícia tava chegando, você tinha minutos de vida, eu não pensei duas vezes, era isso ou você ia parar numa instituição de menores”.

“A polícia tava chegando? E como você sabia disso? Porque foi você que denunciou? Tá vendo como você se enrola toda, Karola? Mente, distorce as coisas”. “Karola? Você nunca me chamou de Karola”. “Karola não, Caroline Figueiredo, não é esse o seu nome?”. “Não faz isso comigo, meu filho! Eu amo você, isso você sabe que é verdade… eu amo você….”.

Karola argumenta

Neste momento, Karola começará a chorar muito. “Não importa quem pariu, importa quem criou, com dedicação, com amor, de meu amor você não pode duvidar, Valentim… eu que lhe ensinei a andar, a nadar, eu é que lhe contava histórias de noite até você dormir, que cuidei de cada febre, cada machucado, cada virose… eu que lhe levava no colégio e ficava lá nos primeiros dias, a tarde inteira esperando, porque você não queria ficar longe de mim nem um minuto, foi sempre no meu colo que você chorou… e até hoje é assim, como é que você pode duvidar desse amor?”.

“Será porque você mentiu sobre absolutamente tudo até hoje? Roubou um bebê, destroçou a vida de outra pessoa, de Luzia, minha mãe de verdade, traiu meu pai com o irmão dele, desviou dinheiro…”. “Você tá enfeitiçado por aquela mulher, igual o seu pai, tá cego”. “Cego eu fui até hoje, agora tô começando a enxergar. Eu fui a garantia dessa vida de rico que você leva, vida de madame que só usa bolsa de grife, que tem carro importado, mora em cobertura… isso é o que você sempre amou de verdade”.

Valentim continua firme

“Você acha mesmo isso de mim? Você quer que eu devolva essa porcaria de dinheiro, eu devolvo tudo! Eu só guardei esse dinheiro pensando em você”. “Nem todo o dinheiro do mundo vai poder apagar tudo o que você fez, todas suas mentiras, durante tantos anos”. “Eu sei, eu sei disso. Mas eu espero que um dia você possa me perdoar, meu menino. Eu posso ter errado, sei que errei… mas o que você também tem que ver é que eu lhe dei uma vida maravilhosa, você teve tudo o que quis, nunca lhe faltou amor, nunca lhe faltou uma mãe, eu lhe dei carinho, lhe dei tudo de melhor que existia em mim!!!”.

Karola pede perdão

“Quer que eu agradeça?”. “Não, meu amor, porque você me deu muito mais do eu lhe dei, você me deu um motivo pra estar aqui nesse mundo… deu um sentido pra minha vida, uma razão real pra eu levantar todas as manhãs, me fez conhecer o amor incondicional, o amor que é capaz de dar a própria vida pelo outro, porque eu daria minha vida pela sua, nada pra mim é mais importante que você…”.

“Eu não sei se eu consigo acreditar em mais nada que você fala… quem ama tanto assim não mente, não engana, não corre o risco de ver o outro sofrer como eu tô sofrendo agora, por sua culpa…”. “Por isso tô lhe pedindo perdão, meu filho”. “Eu não sou seu filho…”, concluirá Valentim, ferido.

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