Segundo Sol: Roberval revela como ficou rico e quer aliança com Laureta

Publicado há 3 anos
Por Renan Vieira
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Em Segundo Sol, na Globo, Roberval (Fabrício Boliveira) voltou ao Brasil rico e poderoso. Ele passou muito anos em Angola, na África, onde conseguiu crescer financeiramente. Agora, ele, aparentemente, voltou para causar e em uma conversa com a vilã Laureta (Adriana Esteves), vai revelar como conseguiu transformar sua vida. Confira.

“Comece a rezar pela sua alma agora”, dirá Laureta a Roberval depois que ele voltou provocando-a. “Ah, vai me matar? Tem gente que sabe que estou aqui, garanto que dessa vez não vai adiantar nada você ter as costas quentes”, rebaterá o ricaço.

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“Você não me intimida, Roberval. O que é que você quer, fale de uma vez”, afirmará a cafetina. “Conversar, beber alguma coisa com você, como fizemos tantas vezes… de preferência sem uma arma apontada pra minha cabeça”. Neste momento, Laureta cederá e abaixará a arma.

“Aprendi muito com você, Laureta”, dirá o rapaz. “O que deve ter lhe ajudado foram as joias que você roubou de mim!”, rebaterá. “Eu não roubei, foi você quem roubou, eu só levei elas comigo, aliás, pra bem longe, pra África… uma coisa tenho que admitir, as joias da finada Alda Maria foram o pontapé que eu precisava pra começar minha carreira nos negócios. Se hoje eu estou onde estou, devo muito aquela senhorinha… Você me serviria um uísque, on the rocks?”, explicará o filho de Zefa.

“Todo trabalhado na beca, “uisque on the rocks”… Quem te viu e quem te vê.. Agora me diz de uma vez: você voltou pra quê?”, insistirá Laureta. “Voltei pra me redimir. Eu tenho uma dívida com você, lhe devo muita coisa, quero acertar as contas”, responderá.

“Ah, Roberval, quanta consideração! Quem te conhece que te compre!”, dirá descrente. “Baixe a guarda, Laureta, relaxe, serve logo a bebida…”. “Não pense que ter feito um depósito na minha conta significa que fechamos qualquer acordo”, avisará. “Por isso vim pessoalmente”, dirá.

“Acha que vai me convencer a te entregar a gravação do deputado e trair gente conhecida minha, que confia em mim?”. “Tenho certeza, a não ser que você prefira ficar do lado de perdedores. Você é uma mulher de negócios, e o que vou lhe oferecer é um ótimo negócio…”.

“Não confio em você”, insistirá. “Você é uma mulher que corre riscos, por isso lhe admiro. Quero ser seu parceiro… Eu ainda posso lhe considerar minha amiga, certo?”, perguntará. “Tanto quanto eu ainda posso lhe acertar uma bala na testa”, rebaterá. “À nossa longa amizade!”, concluirá levantando o copo para um brinde.

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