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Segundo Sol: Em cena emocionante, Roberval e Severo pedem perdão um ao outro

Publicado em 18/10/2018
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Em Segundo Sol, na Globo, a mansão dos Athayde foi invadida por bandidos. Os moradores todos foram feitos de refém e não sabem o que fazer, já que a família está falida. Em determinado momento, Roberval (Fabrício Boliveira) deixará escapar que ficou pobre porque Severo (Odilon Wagner), seu próprio pai, armou para ele.

Os bandidos ouviram, se compadecerão com a história do empresário e darão ele a chance de matar o patriarca. Surpreendendo a todos, o filho de Zefa (Claudia Di Moura) se recusará a tirar a vida do vilão. Com isso, mais tarde, os dois se emocionarão e chegarão até pedir perdão um para o outro. “Você devia ter me matado, eu entenderia”, dirá Severo.

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Veja também: Valentim resgata Karola de bordel de Laureta, em Segundo Sol, na Globo

“O que é que você tá falando, Severo?”, perguntará Roberval. “Eu nunca fui um pai pra você. Nem um bom homem, que Zefa sempre mereceu ter. Eu sou um péssimo espécime de gente, egoísta, imoral, corrupto. Eu fiz o mal pra essa família, pros meus funcionários que ficaram sem emprego, pros clientes da minha construtora que compraram apartamentos que foram interditados e ficaram desabrigados. Eu reconheço. Você devia ter vergonha de carregar meu sangue dentro de você, Roberval, os bandidos têm razão, eu sou um ratazana de esgoto”.

Ainda neste capítulo de Segundo Sol

“Chega, Severo! Era só o que faltava uma crise de consciência sua numa hora feito essa!”. “Eu errei tanto com você, meu filho… será que posso lhe chamar de filho?”. “É o que somos, não é? Apesar de tudo, e por mais estranho que isso possa parecer pelo que fizemos um com o outro, somos pai e filho. Você me deu a vida, é responsável por eu estar aqui, nesse mundo”.

“Obrigado, Roberval. Você está sendo muito generoso me dizendo essas coisas”. “Olha pra mim como um pai olha prum filho e me dê um sorriso. Você nunca me deu um sorriso. Eu nunca vi o senhor sorrir…”. “Assim, tão simples? Só isso lhe basta, meu filho?!”. “Só isso é tudo pra mim, meu pai… Tudo!”. “Me desculpe, filho, me perdoe!”. “Me perdoe também, meu pai!”, concluirá Roberval.

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