Segundo Sol: Beto revela no tribunal que Remy está vivo e gera burburinho

Publicado há 2 anos
Por Renan Vieira
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Em Segundo Sol, na Globo, Beto (Emílio Dantas) está disposto a quase tudo para provar a inocência de Luzia (Giovanna Antonelli). O cantor já confirmou que Remy (Vladimir Brichta) está vivo ao encontrá-lo na casa de Karola (Deborah Secco). Agora, ele será chamado para depor no tribunal, durante julgamento da amada, e tratará de dizer a verdade sobre seu irmão, gerando um burburinho. Confira.

“Esse tribunal chama para depor o senhor Roberto Falcão”, falará a juíza, gerando um clima de tensão. “Agora meu pai vai poder contar que viu tio Remy, que esteve com ele…”, falará Valentim. “Isso pode salvar nossa mãe!”, avaliará Manuela. “Beto Falcão, é verdade que a morte de seu irmão Remy foi uma farsa?”, perguntará doutora Guerra.

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Veja também: Rosa arma para colocar Laureta atrás das grades, em Segundo Sol, na Globo

“É verdade. Meu irmão Remy está vivo, isso eu garanto a todos, Luzia não esfaqueou, não matou Remy”, responderá Beto. “Como o senhor pode ter tanta certeza?”, indagará a advogada de defesa. “Eu vi Remy, falei com ele, nós brigamos quando ele tentou fugir isso foi decorrente da briga… meu filho Valentim, que tá ali, também viu Remy, inclusive tentou perseguir ele, mas não conseguiu… minha ex mulher Karola estava presente na briga”, explicará Beto.

Ainda nesta cena de Segundo Sol

“Infelizmente a defesa não conseguiu notificar a senhora Caroline Figueiredo para comparecer a esse tribunal como testemunha”, dirá doutora Guerra. “Como todos devem saber, Dona Karola era amante da vítima, não iria compactuar com essa farsa!”, afirmará Guerra. “E eu sou irmão de Remy, o senhor acha que eu não ia querer a punição de quem tivesse matado meu irmão? A farsa está do outro lado, promotor, daqueles que querem prejudicar Luzia, inclusive Karola, sim, as mesmas pessoas que perseguem ela desde o outro crime, quando compraram uma testemunha falsa… Luzia não pode ser presa, é uma injustiça, ela não matou ninguém, Remy está vivo!!”.

“Calma, Beto…”, pedirá Guerra. “Como vocês podem ver, esse é o testemunho de um homem desarvorado, apaixonado, capaz de tudo pra livrar a amada, mesmo fantasiar, ou até ser convencido por ela, de que o irmão está vivo!”, provocará o promotor. “Protesto, o nobre promotor não tem o direito de desqualificar a testemunha!”, rebaterá Guerra.

“Negado”, falará a juíza. “Nós temos a arma do crime, temos o corpo, o laudo da necropsia, o registro da cremação, temos o depoimento, nos autos do processo, do próprio Beto Falcão de que encontrou a ré no quarto da pensão Relax, com a faca na mão, ao lado do corpo esfaqueado da vítima, de Remy, e o relato de Beto de que a ré fugiu sob seus olhos! O que mais precisamos pra condenar Luzia Batista? Essa mulher é uma assassina, uma ameaça à sociedade, vamos liberar ela pra que ela volte a matar, pra que faça sua terceira vítima?”, falará o promotor, indignado.

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