Saiba curiosidades sobre Kubacanan, que está de volta no Globoplay

A produção teve mais de 220 capítulos e troca de diretor

Publicado há um mês
Por Guilherme Rodrigues
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Na próxima segunda-feira (7), o Globoplay vai estrear Kubanacan, trama das 19h de Carlos Lombardi que foi exibida na TV Globo entre maio de 2003 e janeiro de 2004, com 227 capítulos. Relembre algumas curiosidades do folhetim.

Helena Ranaldi chegou a ser sondada para viver Rubi, mas foi para o casting de Mulheres Apaixonadas e o papel ficou com Carolina Ferraz. Letícia Sabatella seria Lola, mas recusou e Adriana Esteves assumiu a personagem, que lhe rendeu o prêmio de melhor atriz no Melhores do Ano, do Domingão do Faustão.

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Humberto Martins, que interpretou o Camacho, chegou a ficar alguns meses fora do folhetim alegando que precisava cuidar de assuntos pessoas. O desfalque foi solucionado com a entrada de Marco Ricca, que vive Celso, irmão de Camacho. Depois, Humberto regressou e Ricca deixou a produção.

Humberto Martins em Kubanacan (Divulgação – TV Globo)

A troca na direção da história se deve por causa de atritos. Wolf não gostava dos atrasos na entrega do roteiro da obra. O profissional saiu da atração e foi dirigir Senhora de Destino, maior sucesso daquela década. Roberto Talma assumiu a produção das 19h.

Carlos Lombardi, Wolf Maya e Roberto Talma (Divulgação)

Foi a estreia de Werner Schünemann em novelas. O artista já tinha atuado na minissérie A Casa das Sete Mulheres. João Vitor Silva, que ficou conhecido por fazer o Pedrinho de O Sítio do Pica-Pau Amarelo, fez seu primeiro trabalho na TV como Othelinho.

Marcos Pasquim e Werner Schünemann em Kubanacan (Divulgação – TV Globo)

A história estregou com 40 pontos de média na Grande São Paulo, algo superior ao que foi conquistado pela trama anterior, Beijo do Vampiro. O último capítulo também marcou 40 pontos e a média geral foi de 36 pontos.

O folhetim nunca foi reprisado pela Globo e nem pelo canal Viva. Após a obra, Carlos ainda escreveu na platinada Bang Bang (2005), Pé na Jaca (2007) e a série Guerra e Paz (2010). Depois, foi para a Record TV, onde só escreveu Pecado Mortal (2013).

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