Saiba como anda o caso do jornalista Gérson de Souza, acusado de assédio na Record TV

Caso está sendo acompanhado pela Polícia Civil de Perdizes e conta com testemunhas contra e a favor do jornalista

Publicado há 6 meses
Por Arthur Pazin
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Um ano após mais de uma dezena de mulheres acusar de assédio ao departamento de Recursos Humanos da Record TV o repórter Gérson de Souza, o caso continua em aberto, sendo investigado pelo 23º Distrito Policial, em Perdizes, que até então não apresentou respostas.

A informação foi divulgada pelo jornalista Daniel Castro, do Notícias da TV, que apurou que o jornalista, que está afastado desde a ocasião, segue recebendo seu salário e alega ser vítima de “relatos inverossímeis” que devastaram sua vida, arruinando uma carreira de mais de 40 anos e sua imagem de pai de família.

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De acordo com a reportagem, até o momento a polícia não encontrou nenhuma prova material e tem seguido a investigação com os depoimentos de testemunhas contra e a favor do profissional.

Além de Souza, as vítimas que fizeram as denúncias também saíram prejudicadas com a situação. As jornalistas em questão precisaram deixar o Domingo Espetacular e passaram a enfrentar não só comentários e olhares da equipe, mas também problemas familiares.

Segundo as mulheres, o repórter chegou a roubar beijos delas, além de proferir palavras obscenas e usar expressões como “gostosa” durante diálogos.

Outra queixa das vítimas é que elas eram, frequentemente, tocadas nos seios e na cintura e ao surpreender uma colega por trás com um beijo na boca, veio à tona a denúncia.

Gérson de Souza, entretanto, desmentiu as acusações e as chamou de “revanchismo”. Procurada, a Record TV não respondeu aos questionamentos do jornalista da matéria.

Em nota à reportagem, o advogado do jornalista disse que, “após um ano de investigação, toda a controvérsia se mostrou inverídica” e que, “ao final, a autoridade policial elaborou relatório em que destacou expressamente a ausência de elementos de qualquer crime”. Ele aguarda “a manifestação do Ministério Público pelo arquivamento do inquérito policial”.

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