Rubens Barrichello participa do programa Grande Círculo

Publicado há um ano
Por Felipe Brandão
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Um piloto que passou 19 anos na principal categoria do automobilismo mundial, é o atual recordista de corridas disputadas (322) na história da Fórmula 1 e participou da melhor fase da equipe mais tradicional do grid. Rubens Barrichello é um apaixonado por velocidade, tanto que pilota até hoje, aos 47 anos. Campeão da Stock Car em 2014, Rubinho é o convidado do Grande Círculo deste sábado, às 22h30, no SporTV.

Os números comprovam a importância de Barrichello para o automobilismo brasileiro. É o quarto piloto com mais vitórias (11), ao lado de Felipe Massa; tem 14 pole positions e dois vice-campeonatos mundiais, em uma época em que era o companheiro de equipe do maior vencedor da categoria em todos os tempos, o alemão Michael Schumacher, na Ferrari. Além da escuderia italiana, passou por outras cinco equipes: Jordan, Stewart, Honda, Brawn e Williams.

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A ida da Stewart para a Ferrari, em 2000, foi um dos temas abordados ao longo da entrevista: “O Jack Stewart (ex-piloto e dono da escuderia que levava o sobrenome dele) falou para ficar na equipe, que lá na Ferrari iam me trucidar. Mas eu queria o desafio. O Schumacher andou mais vezes na minha frente do que eu na dele, mas até então nunca ninguém tinha chegado tão perto dele“, lembra Rubinho.

O ponto mais delicado da relação com o piloto alemão e a escuderia italiana se deu no Grande Prêmio da Áustria, em 2002. Na última curva, Barrichello cedeu a primeira posição a Schumacher, por ordem da equipe, em um dos episódios mais criticados da história da Fórmula 1. O narrador Cleber Machado, que viu o “hoje não, hoje sim” virar um bordão de sua carreira por conta deste momento, é um dos integrantes da bancada, ao lado do comentarista e também piloto Luciano Burti, dos repórteres Pedro Bassan e Guilherme Pereira, do editor-chefe do Esporte Espetacular, José Emílio Aguiar, e da jornalista Bárbara Gancia. A apresentação é de Milton Leite.

Vendo a corrida você nota que o Cleber estava indignado, como a maioria dos brasileiros ficou. Logo que saí do pódio, passei mal. Eu tinha de ligar para o meu pai e falar por que fiz aquilo. No ano anterior, também na Áustria, deixei passar de segundo para terceiro. Desci indignado do carro e fui direto perguntar o que aconteceria se fosse para ceder o primeiro lugar. Foi falado que neste caso nunca aconteceria, e aquilo ficou registrado na minha cabeça. Quando me chamaram no rádio dizendo que era hora de deixar o Michael passar, eu perguntei: ‘Mas o Schumacher sabe disso?’. E ouvi que a decisão não era dele“, conta o piloto brasileiro, que disputou seis temporadas pela Ferrari.

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