Ricardo Martins dá dicas interessantes para quem pretende lidar com as câmeras na TV ou nas rede sociais

Fundador do My Broker, maior expositor imobiliário do Brasil, nos traz dicas para aprimorar comunicação e fazer vídeos de sucesso como os dele

Publicado há 23 dias
Por Redação
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Nascido em Goiânia e formado em rede de computadores, Ricardo Martins é o que se pode chamar de menino prodígio. Hoje, tornou-se um dos maiores vendedores de propriedades de luxo do Brasil, com transações que já somam cerca de meio bilhão de reais. 

Com a sua experiência, ele traz algumas dicas de como as pessoas podem lidar com as câmeras na TV ou nas redes sociais. “Antes de iniciar o vídeo, primeiro ligue a câmera, avalie e organize o ambiente. O cenário é muito importante. É importante ajustar a iluminação, não grave nunca com a janela aberta ao fundo. Procure um bom enquadramento na tela e verifique o som ambiente, fique atento aos barulhos e ruídos. Vale lembrar que erros acontecem, portanto, concentre-se no ponto focal”, explica Ricardo. 

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Atualmente, o corretor e influenciador é sócio e diretor de marketing da My Broker Imobiliária, com sede em Goiânia, que cresceu mais de 900% nos últimos anos. Também se dedica a ensinar outros colegas de profissão a se tornarem corretores de alta performance.

O influenciador Ricardo Martins (Divulgação)

Possui um dos maiores canais de exposição de imóveis do Brasil, além de ser um dos corretores mais seguidos no Tik Tok e Instagram, somando mais de meio milhão de seguidores em suas redes sociais.

“A forma que eu apresento os imóveis é a forma que eles precisam ser apresentados. Cada detalhe é observado e valorizado para que eu possa repassar de forma dinâmica e criativa para vocês e conseguir finalizar uma excelente venda. Você não pode ter medo da câmera e gerar um resultado  de fatores. Acontece que, ao longo de toda uma vida, a gente é incitado a acreditar em falsas verdades sobre a produção de vídeos. Essas inverdades geram medos e sensações que nos afastam gradativamente da vontade de produzir e transbordar,” ressalta Ricardo.

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