Repórter Record Investigação mostra a rota milionária da cocaína

Publicado há 2 anos
Por João Paulo Reis
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O Repórter Record Investigação desta segunda-feira (18), revela as conexões entre facções criminosas e as máfias internacionais. Elas usam o Porto de Santos para enviar toneladas de cocaína ao exterior. Hoje, segundo autoridades ouvidas pelo programa, uma das rotas mais cobiçadas e lucrativas do planeta.

Durantes três meses de investigação, os jornalistas Romeu Piccoli, Henrique Beirangê, Márcio Strumiello, Fabiola Corrêa, Rodrigo Favero e Aldrich Kanachiro tiveram acesso com exclusividade a vídeos. Além de áudios e milhares de páginas dos processos judiciais.

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Os documentos mostram como os sérvios têm papel importante nesse comércio milionário de drogas. Segundo a investigação, o Clã Saric, formado por criminosos tiveram treinamento militar nos Balcãs, e operou para o rei da cocaína na Europa. E ainda se estabeleceu no Brasil com apoio de empresários e até do neto de um ex-Presidente da República.

E mais: o jornalístico revela também as principais rotas da cocaína que passam pelo Brasil e seguem para o exterior. Seja ela por terra, pelo ar ou pela fronteira seca.

No Repórter Record Investigação, Nubia Oliiver revela que já foi viciada em sexo

Aos 42 anos, a modelo mineira Nubia Oliiver revelou no Repórter Record Investigação desta segunda-feira (11/03) ter sido dependente da compulsão sexual. No depoimento, ela afirmou que perdeu as contas de quantos parceiros já teve na cama. Mas acredita que foram pelo menos 400 homens diferentes. “Eu tinha que dormir fazendo isso, acordar fazendo isso, procurar alguém para fazer comigo. Era uma obsessão”, revelou.

A ex-participante do reality Casa dos Artistas, do SBT, disse que só percebeu que estava doente e procurou ajuda quando teve quatro parceiros diferentes em um só dia e chegou em casa insatisfeita. “Era uma coisa desmedida e não era satisfatória. Tinha que acontecer outra vez e acabava sendo um sofrimento, porque você para a sua vida para viver só aquilo”, relatou.

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Núbia não foi a única que revelou as consequências que esse transtorno trouxe para a sua vida. Diversos entrevistados, que não quiseram se identificar, vincularam a compulsão sexual ao preenchimento de algum vazio. Entre eles, carência familiar ou problemas domésticos. Assim como a modelo, um dos entrevistados, apelidado pela reportagem com o pseudônimo de Marcelo, disse que chegava a ter relações com até cinco pessoas no mesmo dia. “Tinha dias que eu entrava em favelas, corria riscos, atrás de sexo”, contou.

Perguntado pelo repórter se ele já havia feito teste de HIV, ele respondeu que nunca teve coragem. “Não tenho noção de quantas pessoas eu já me relacionei na vida”, acrescentou. Especialistas alertaram que, além dos riscos relacionados ao convívio social, esse tipo de compulsão traz risco de vida em virtude do risco de que se corre, dos lugares que se frequenta e da quantidade de relações sexuais com parceiros diferentes.

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