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Richard Souza

Repórter do Esporte Espetacular visita o Catar e mostra preparação para Copa do Mundo: “Um sucesso”

Esta será a primeira edição realizada no Oriente Médio

Publicado em 19/11/2021
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Pela primeira vez em sua história, a Copa do Mundo será realizada no fim do ano, em razão das altas temperaturas do Catar, sede da 22ª edição da competição. Esta é apenas uma das muitas particularidades que a região reserva para torcedores e jogadores.

O repórter Richard Souza foi enviado ao país e mostra, no Esporte Espetacular deste domingo (21), exatamente a um ano do início da disputa, outras características que cercam o mundial e como o país está se preparando para receber a primeira edição realizada no Oriente Médio.

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Em seu perfil no Instagram, Richard compartilhou uma foto tirada no país. “Souq Waqif. Parada obrigatória pra quem vem a Doha. Ponto turístico do Catar. Tem de tudo no mercadão! De comida boa a artesanato. Também é nosso cenário pra gravações e entradas ao vivo. Será um sucesso na Copa do Mundo do ano que vem!”, escreveu.

O programa vai mostrar também o futebol nas novelas. Em Quanto Mais Vida, Melhor!, que estreia nesta segunda-feira (22), ator Vladimir Brichta dá vida ao jogador Neném. No quadro Fala Muito!, o apresentador Lucas Gutierrez, que fez uma participação especial na novela, relembra outros momentos em que o esporte foi assunto na dramaturgia.

A atração mostra também as merecidas férias da Fadinha Rayssa Leal. Após conquistas históricas, a atleta ganha um passeio nos parques temáticos em Orlando, nos Estados Unidos e é acompanhada pelo repórter Guilherme Roseguini. Vai ao ar ainda o segundo episódio da série É Ouro!, original Globoplay, protagonizado pela ginasta Rebeca Andrade.

Com a celebração do Dia da Consciência Negra, o repórter Felipe Brisolla mostra casos de atletas olímpicos brasileiros que sofreram racismo nos últimos 100 anos. O assunto se tornou tema de um doutorado recente na USP. Alfredo Gomes, Adhemar Ferreira da Silva, João do Pulo e Rafaela Silva estão entre as histórias contadas. “Vamos mostrar como atletas negros sofrem de um processo de apagamento cultural e que esse racismo não é só estrutural, muitas vezes ele tem como finalidade fazer com que a memória do negro não perdure”, diz o repórter.

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