Relembre os debates importantes levantados pelo Big Brother Brasil

Além de promover entretenimento, o programa tornou-se um campo de experimento social

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Aguenta coração! O BBB 21 estreia na segunda-feira (25) e todos estamos ansiosos para saber o que e quem vem por aí, já que o reality show é sempre palco de um encontro multicultural de pessoas com diferentes histórias, experiências e características 

E essa reunião, involuntariamente ou não, proporciona a discussão de questões importantes que impactam a nossa sociedade. De transexualidade à assédio sexual, relembre temas necessários abordados pelo Big Brother Brasil.

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Assédio sexual

Pyong Lee e Pétrix Barbosa no BBB 20 (Reprodução/TVGlobo)

A edição anterior do programa ficou marcada por grandes debates sobre assédio sexual devido a acusações feitas contra Pétrix Barbosa e Pyong Lee. 

O ginasta teria apertado os seios da influencer digital Bianca Andrade, a Boca Rosa, e esfregado os órgãos genitais na cantora Flayslane. Já o hipnólogo teria tentado beijar Marcela McGowan.

O debate dividiu o público. De um lado os espectadores que pediam a expulsão dos brothers e os acusavam de importunar sexualmente as meninas. Do outro, aqueles que não viam “nada de errado” nas cenas.

Ambos foram advertidos pela produção do programa, tiveram de prestar esclarecimentos à justiça e foram inocentados após serem ouvidos pela polícia.

Racismo estrutural

Paula von Sperling, do BBB 19 (Reprodução/TVGlobo)

Por muitas vezes o racismo entrou em pauta no BBB, mas foi na décima nona temporada que uma grande discussão sobre o tema tomou conta da casa e do público. Rodrigo França, Gabriela Hebling, Danrley Oliveira e Rízia Cerqueira exaltavam e explicavam questões sobre a cultura negra no programa. E os espectadores repercutiam algumas falas de Paula von Sperling aqui fora.

A mineira, que mais tarde seria campeã da edição, disparou uma série de comentários considerados preconceituosos ao longo do programa. Certo dia, ela disse que o cabelo de Elana era ‘ruim’, mas Gabi rebateu dizendo que ‘ruim’ era o preconceito da sister

Em outro momento Paula criticou a política de cotas raciais ao dizer que o sistema era “uma forma de racismo do Estado”. Outro dia relatou sua surpresa ao descobrir que o autor de um crime era branco e não negro.

O assunto gerou discussões acaloradas entre os que acreditavam que ela não teria más intenções em suas falas e os militantes negros que levantaram o debate sobre racismo estrutural e o preconceito velado que atinge a sociedade.

Intolerância religiosa

Rodrigo França, do BBB 19 (Divulgação/TVGlobo)

Paula von Sperling foi a campeã do BBB 19 e das polêmicas que permeiam a edição até hoje. Além de ser acusada de racismo, a mineira foi indiciada pelo crime de intolerância religiosa contra Rodrigo França. 

Em conversa com seus colegas Hariany e Maycon, ela disse ter “medo” do cientista social sob a justificativa de que “ele mexe com esses trecos… ele sabe cada Oxum deles lá. Nosso Deus é maior”. O processo segue em andamento.

Bulimia

Leka, do BBB 1 (Reprodução/TVGlobo)

Leka estreou a primeira edição Big Brother Brasil levando ao público um tema bastante delicado: o de homens e mulheres que possuem transtornos alimentares.

A sister sofria de bulimia, quando a pessoa alterna entre a compulsão alimentar e vômitos, e as suas crises abriram caminho para debates sobre o assunto.

“Na época, fui a primeira a falar abertamente, e falaram à exaustão”, relembrou em uma participação no programa ‘Altas Horas’. Ela afirma ainda que está melhor do que na época de sua participação e até escreveu um livro sobre a sua experiência com o transtorno.

Relacionamento abusivo

Marcos Harter e Emilly Araújo, do BBB 17 (Reprodução/TVGlobo)

O BBB sempre foi famoso por criar uma novela, bem no estilo mexicano, ao entorno dos casais e trisais que se formaram ao longo de sua história. No entanto, uma dessas duplas chamou à atenção por viverem um relacionamento abusivo dentro do confinamento.

Emilly Araújo e Marcos Harter protagonizaram cenas quentes ao longo da décima sétima edição do reality, mas o gaúcho foi expulso do programa após ser acusado de agredir a companheira.

Durante uma briga, o médico encurralou a então estudante, gritou com ela e lhe apertou os braços, deixando marcas roxas. Ele foi indiciado pelas cenas que levantaram um grande debate do lado de fora da casa. 

Estupro

Daniel Echaniz e Monique Amin, do BBB 12 (Divulgação/TVGlobo)

No BBB 12, Daniel Echaniz se deitou com Monique Amin e alguns movimentos do brother  debaixo do edredom levantaram a suspeita de alguns espectadores de que seria um ato sexual sem consentimento, já que a sister estava bêbada.

A cena gerou discussões sobre o que ações de fato configuram um estupro e o modelo foi expulso. A lei e os especialistas garantem que o caso seria de estupro se ele tivesse aproveitado da embriaguez da colega para manter contato sexual.

Daniel foi inocentado após ambos serem ouvidos pela polícia e negarem que houve contato sexual.

Tansexualidade

Ariadna Arantes, do BBB 11 (Divulgação/TVGlobo)

Ariadna Arantes trouxe ao Big Brother Brasil o debate sobre homens e mulheres que não se identificam com o gênero biológico. Ela foi a primeira e única pessoa transexual a entrar na casa mais vigiada do Brasil, mas foi a primeira eliminada da décima primeira edição do reality e acredita que o preconceito foi decisivo para isso.

A modelo posou nua após o confinamento e relatou ter ganhado um cachê menor do que o de modelos cisgêneros, aquelas que se identificam com o gênero biológico.

Será que teremos muitas questões para debater na próxima edição? Vamos aguardar as cenas do próximo capítulo. Não se esqueça, a cobertura completa do BBB21 você confere no Observatório da TV

 

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