Relembre os comerciais de TV que marcaram a sua vida

Publicado há 3 anos
Por Renan Vieira
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Reconhecida internacionalmente como uma das mais criativas do mundo, a publicidade brasileira para a televisão é, há décadas, parte da história dos telespectadores. Algumas peças publicitárias financeiramente renderam mais, outras, menos. Porém, o que chama atenção é que o Brasil produziu comerciais que permanecem na memória e atravessam gerações.

Houve uma época em que a criatividade não tinha limites e, para tocar o telespectador, valia quase tudo, inclusive mexer com o emocional. Há jingles, há humor e há produtos que ficaram na infância. Mas o que há mesmo é o sentimento de Brasil, o jeito brasileiro de enxergar o mundo em diferentes épocas.

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Por causa disso, o Observatório da Televisão preparou uma sequência com algumas das publicidades para a TV que marcaram gerações dos anos 60, 70, 80 e 90. Vale a Pena relembrar!

Cobertores Parahyba

A publicidade patrocinada pelos Cobertores Parahyba, no início dos anos 60, aconteceu no período pós garotas-propaganda da televisão. Inspirados na televisão americana, o filme era composto por animação e jingle, aquelas canções chiclete que, então, faziam sucesso na publicidade radiofônica.

Não adianta bater, eu não deixo você entrar.

Outra publicidade que marcou a memória dos telespectadores e atravessou gerações foi “Não adianta bater, eu não deixo você entrar”, de 1962. A peça foi feita para as Casas Pernambucanas e carrega elementos radiofônicos, como texto e locução.

Leite Ninho.

A figura da garota propaganda durante os intervalos se tornou indispensável para os comerciais na televisão no período anterior ao videoteipe. Leite Ninho, apresentado por Lucy Reis, mostra como o didatismo era fator fundamental no formato de publicidade dos anos 50.

https://www.youtube.com/watch?v=NwTkBbxQdyQ

Groselha vitaminada Milani.

Se existe um jingle de publicidade televisiva que marcou, esse jingle é certamente o do comercial da Groselha Milani. Muitos adultos, que que já passaram dos 40 anos e eram crianças na época, lembram do bonequinho da groselha gritando “iahuuu”. Se tornou um clássico, definitivamente.

Não esqueça a minha Caloi.

Realizada com desenho animado, a publicidade se tornou sucesso entre a criançada, que passou a deixar bilhetinhos para lembrar os pais de comprar a bicicleta para o próximo Natal.  A peça foi produzida pela primeira vez pela agência Integral Propaganda, em 1978.

O primeiro sutiã a gente nunca esquece.

De criação da W/Brasil, em 1987, a peça se tornou um marco da publicidade brasileira na televisão por trazer mudanças de linguagem e abordagem. Informal, o slogan “o primeiro sutiã a gente nunca esquece” caiu no gosto do público.

Não é nenhuma Brastemp.

Retrato de comercial mais coloquial, se tornou bordão popular. O slogan é dito para se referir a qualquer objeto que não tem alta qualidade. A peça é da agência Talent e atravessou gerações mesmo tendo sido criada em 1991.

 A saga de Urashima Taro.

Em sua época de ouro, a Varig apostava forte nos comerciais. A saga de Urashima Taro, comercial veiculado nos anos 80, brinca com a imigração japonesa para o Brasil e anuncia o voo da companhia para Tóquio.

Hitler.

Hitler, uma criação da W/Brasil para a Folha de S. Paulo, em 1987, pode ser apontada como uma das mais importantes publicidades brasileiras para a TV daquela década. Além de premiada em Cannes, a peça abdicou do didatismo e trouxe novos conceitos aos filmes publicitários veiculados na televisão.

Pipoca com guaraná.

“Pipoca com guaraná”, mais que apresentar um jingle verdadeiramente chiclete, mostrou ao público da Antarctica uma nova maneira de fazer o lanchinho. O filme foi lançado em 1991 pela DM9, e reapresentado em 2008.

https://www.youtube.com/watch?v=2Vsn7mm6Sno

Tire a Roupa para quem você gosta.

Famoso pela ousadia, a publicidade da Ellus Jeans ousou ao sensualizar sob água. Ao som de Mania de Você, na voz de Rita Lee, o locutor recomenda: “tire a roupa para quem você gosta”. O filme foi veiculado nos anos 70.

Brahma.

A combinação cerveja e bossa nova foi possível no começo dos anos 90 com Tom Jobim e Vinícius de Mores em uma publicidade para a Brahma. A peça recorreu a efeitos especiais para ter em um mesmo plano Tom e Vinícius, morto em 1980.

Natal Banco Nacional.

O Banco Nacional apresentou na TV uma das mais célebres publicidades para o Natal. Se utilizando de ingredientes vitais para trazer magia a uma publicidade natalina: jingle forte, roteiro e crianças.

Nós viemos aqui para beber ou para conversar?

Com o bordão “nós viemos aqui para beber ou para conversar?”, a Antarctica apostou na popularidade da fala de Adonyran Barbosa.

Homem com mais de 40 anos.

Responsável pelo primeiro Leão de Ouro da publicidade brasileira em Cannes, a peça influenciou a linguagem visual de propagandas seguintes e importantes para a publicidade brasileira.

Casal Unibanco.

O Unibanco apostou em situações vividas por um casal para transmitir ao público seus serviços. De novo, a publicidade brasileira fez valer informalidade e estruturou os elementos para gerar identificação imediata com o telespectador.

Porque nós somos mamíferos.

A Parmalat provocou ternura no público com o carismático comercial dos mamíferos. O filme veiculado na televisão apresentou crianças vestidas de animais mamíferos e um jingle sobre a preferência por leite Parmalat.

Caramelo! Biscoito! Chocolate!

Formatado para o público jovem, a campanha do chocolate Twix na TV se popularizou pela forma descontraída de como a marca explica ficcionalmente como nasceu o produto.

https://www.youtube.com/watch?v=g1bhEVxClMI

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